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Nubank quebra a banca no Brasil e investe muito dinheiro para comprar a Caixa

Por Pedro Silvini
28/04/2026
Em Geral
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Nubank

Foto: Reprodução/Adobe Stock)

O Nubank desponta como principal candidato na disputa pela compra da subsidiária brasileira da Caixa Geral de Depósitos (CGD), em um movimento que pode marcar uma nova fase de expansão da fintech no país. O processo de venda entrou na etapa final, com previsão de desfecho para julho, após a entrega de garantias pelos interessados.

A aquisição é vista como estratégica para o Nubank, que busca obter licença bancária completa junto ao Banco Central do Brasil e, assim, encerrar impasses regulatórios sobre o uso da palavra “bank” em sua marca. Caso vença o leilão, a instituição amplia sua atuação para além de pagamentos e crédito, consolidando-se como banco pleno.

A operação brasileira da CGD reúne cerca de R$ 1,8 bilhão em ativos, sendo aproximadamente R$ 870 milhões em operações de crédito. O patrimônio líquido gira em torno de R$ 300 milhões. O investimento necessário para aquisição deve ficar próximo de R$ 250 milhões.

Além do Nubank, outros três grupos participam da disputa, incluindo investidores e ex-executivos do sistema financeiro. Ainda assim, o banco digital é considerado favorito, sobretudo por sua capacidade financeira e posicionamento no mercado.

Dados do Banco Central indicam que o Nubank já ocupa a décima posição entre os maiores conglomerados financeiros do país, com ativos de R$ 368,5 bilhões registrados até o fim de 2025.

Estratégia atende interesses no Brasil e na Europa

Para o governo de Portugal, controlador da CGD, a venda faz parte de uma estratégia de redução da dívida pública, alinhada a compromissos assumidos após a crise financeira de 2008. A alienação de ativos no exterior é uma das medidas adotadas para equilibrar as contas públicas.

Já para o Nubank, o movimento reforça a expansão internacional e pode facilitar o acesso a novos mercados e produtos financeiros mais complexos. A conclusão do negócio, no entanto, ainda depende de aprovações regulatórias tanto no Brasil quanto na Europa, com expectativa de finalização apenas em 2027.

Se confirmada, a aquisição deve reposicionar a fintech no sistema financeiro nacional, ampliando sua competitividade frente a bancos tradicionais e consolidando sua presença no segmento bancário completo.

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Pedro Silvini

Pedro Silvini

Jornalista com formação em Mídias Sociais Digitais, colunista de conteúdo social e opinativo. Apaixonado por cinema, música, literatura e cultura regional.

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