A convocação oficial da seleção brasileira para a Copa do Mundo de 2026 ainda nem aconteceu, mas dois brasileiros já sabem que estão na disputa por uma vaga no torneio. A seleção do Catar divulgou sua pré-lista para o Mundial e incluiu os brasileiros naturalizados Lucas Mendes e Edmilson Júnior entre os 34 nomes selecionados.
O anúncio foi feito pelo técnico espanhol Julen Lopetegui, responsável pela preparação do Catar para a segunda participação consecutiva do país em Copas do Mundo.
A convocação definitiva terá 26 jogadores, mas os dois brasileiros já largaram na frente em relação aos atletas que ainda aguardam listas oficiais de outras seleções, incluindo o Brasil, que divulgará seus convocados apenas no próximo dia 18.
Lucas Mendes atua como zagueiro e passou a defender a seleção qatari no fim de 2023. Desde a estreia, disputou 25 partidas e marcou dois gols pelo país asiático.
Já Edmilson Júnior nasceu na Bélgica, mas é filho de brasileiros. O ponta-esquerda começou a atuar pelo Catar em 2024 e soma 14 jogos e uma assistência pela seleção.
A lista ainda conta com outros atletas naturalizados, como o português Pedro Miguel e o uruguaio Sebastian Soria, de 42 anos, que segue defendendo o país desde 2007.
Catar terá grupo complicado na Copa
O Catar está no Grupo B da Copa do Mundo de 2026 ao lado de Canadá, Suíça e Bósnia e Herzegovina.
A estreia da equipe será diante dos suíços, no dia 13 de junho, às 16h no horário de Brasília.
Entre os principais destaques da seleção qatari aparece também Akram Afif, eleito melhor jogador da Ásia, além do veterano capitão Hassan Al-Haydos.
Copa de 2026 será a maior da história
A edição de 2026 será a maior já realizada pela FIFA. Pela primeira vez, o torneio contará com 48 seleções, contra 32 nas edições anteriores.
O Mundial será disputado nos Estados Unidos, México e Canadá entre os dias 11 de junho e 19 de julho.
Além da ampliação de participantes, a FIFA também anunciou aumento histórico na premiação. O valor total distribuído às seleções chegará a US$ 871 milhões, tornando a competição a mais lucrativa da história do futebol.
Cada seleção classificada receberá pelo menos US$ 12,5 milhões apenas pela participação, sem contar bônus adicionais conforme o desempenho durante o torneio.




