Os Estados Unidos mantêm restrições de entrada para a Copa do Mundo de 2026, afetando cidadãos de 19 países. Anunciada pelo Departamento de Estado americano, essa decisão foi formalizada em 9 de junho de 2025 por uma proclamação presidencial.
A medida visa proteger a segurança nacional e afeta visitantes desses países, que enfrentam suspensões ou limitações para entrar no território americano.
Somados ao Afeganistão e Mianmar, os países enfrentando restrições incluem Burkina Faso, Chade e República do Congo. Dificuldades com a segurança e a falta de cooperação com o governo americano seriam as principais razões.
Para cidadãos de países como Serra Leoa, Sudão e Síria, as barreiras significativas permanecem, mesmo com ingressos para um dos maiores eventos de futebol do mundo.
Veja os 19 países bloqueados:
- Afeganistão
- Mianmar (Birmânia)
- Chade
- República Democrática do Congo
- Guiné Equatorial
- Eritreia
- Haiti
- Irã
- Líbia
- Somália
- Sudão
- Iêmen
- Burundi
- Cuba
- Laos
- Serra Leoa
- Togo
- Turcomenistão
- Venezuela
Critérios rigorosos
Embora a política de restrição seja rigorosa, existe a possibilidade de tratar cada pedido de visto de forma individual. No entanto, a aprovação depende do cumprimento de critérios específicos, incluindo verificações de antecedentes e controle de identidade.
Alguns países, como Eritreia e Iêmen, ainda podem solicitar vistos, mas precisam atender a exigências rigorosas.
Procedimentos necessários
Possuir um ingresso para a Copa não assegura a entrada nos EUA. Todos os estrangeiros devem obter um visto válido ou autorização pelo ESTA (Electronic System for Travel Authorization).
As exceções são raras e geralmente aplicam-se a viagens consideradas de interesse nacional. A política “América Primeiro” reforça a prioridade aos interesses dos Estados Unidos.
O Departamento de Estado reafirma que as restrições visam proteger interesses nacionais. Com a Copa do Mundo de 2026 se aproximando, ajustes nas políticas podem ocorrer, mas exigirão atenção constante.




