Pesquisas recentes sugerem que o otimismo pode ser um fator significativo na promoção da saúde cardíaca e na longevidade. Estudo liderado por Alan Rozanski, publicado no JAMA Network Open, analisou 15 estudos envolvendo 229.391 participantes.
Os resultados mostraram que indivíduos otimistas têm menor risco de doenças cardiovasculares e mortalidade. As investigações, conduzidas ao longo da última década nos Estados Unidos, apontam para a eficácia de práticas de psicologia positiva na manutenção da saúde cardiológica.
Essas práticas incluem atividades como a gratidão e a meditação mindfulness. Essas intervenções são aplicadas no dia a dia, integrando a saúde mental ao bem-estar físico, mesmo para aqueles que não possuem uma predisposição ao otimismo. Como resultado, a redução no risco de infarto e derrames tem sido observada.
Psicologia positiva
A relação entre saúde mental e cardiovascular é destaque, principalmente através de ações contínuas de psicologia positiva. Estudos mostram que estados emocionais positivos podem reduzir o risco de infarto.
Contrariamente, sentimentos crônicos de depressão e ansiedade aumentam esse risco. Por isso, programas que atuam no desenvolvimento do otimismo poderiam auxiliar na prevenção de doenças cardíacas.
Esses dados são respaldados por uma pesquisa revisada no International Journal of Cardiology. Ela avaliou 30 estudos com 14.000 pacientes cardíacos, confirmando que a saúde mental é crucial para a saúde do coração.
Há uma crença de que a predisposição genética ao otimismo pode variar. Contudo, práticas intencionais de otimização mental têm mostrado resultados palpáveis. Os participantes de programas de treinamento em otimismo relataram uma significativa melhoria na saúde geral.




