A Copa do Mundo da Fifa deste ano, que começa no dia 11 de junho nos Estados Unidos, México e Canadá, será marcada pelo pacote tecnológico mais avançado da história, com o grande destaque sendo o VAR (Video Assistant Referee), o sistema de vídeos que analisa lances duvidosos de diferentes ângulos para ajudar os técnicos a determinarem se foi ou não uma infração.
Como vai funcionar o VAR da Copa do Mundo 2026
E a revolução tecnológica começa no modelo da bola que será utilizada nas partidas do torneio. A bola oficial da Copa, a Trionda, cujo nome que significa “três ondas” e homenageia os três países que vão sediar o evento. Como explica matéria da CNN, no interior da bola, temos quatro painéis, um deles abrigando um chip sensor de movimento com unidade de medição inercial de 500 Hz, posicionado em uma camada especialmente criada dentro do painel.
Esse chip envia dados precisos em tempo real ao VAR. Combinando esses dados com o rastreamento da posição dos jogadores e ao uso de inteligência artificial, esse VAR promete ajudar os árbitros a tomarem decisões de impedimento rapidamente.
A estrutura dos estádios conta com dezenas de câmeras de rastreamento óptico que operam sincronizadas, mapeando os pontos físicos vitais de cada atleta no campo dezenas de vezes por segundo. Para ajudar a tornar esse rastreamento mais preciso, todos os jogadores passam por um escaneamento corporal antes do início do torneio, dados integrados a um sistema de impedimento semiautomático.
“O objetivo declarado pela Fifa é acelerar e aumentar a precisão das decisões de impedimento — reduzindo o tempo de análise sem eliminar completamente a visualização assistida”, aponta a CNN.




