Na última quinta-feira (28), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento do lote 13/25 do coco ralado da marca Casa de Mãe, fabricado pela Qualicoco Ltda. Além do recolhimento, a Anvisa determinou a suspensão da distribuição, da venda, da divulgação e do uso de produto.
A agência tomou a medida depois que um laudo feito pelo Lacen/DF (Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal) apontou um resultado “insatisfatório” envolvendo a quantidade de dióxido de enxofre no produto alimentício. A substância pode ser usada como conservante de alimentos, mas existem limites para a sua utilização.
De acordo com o Metrópoles, em quantidade acima do permitido, o dióxido de enxofre pode causar reações adversas, como náuseas, vômitos, diarreia e até irritação nas vias respiratórias.
Anvisa proíbe venda de suplementos alimentares irregulares
No mesmo dia, a Anvisa publicou uma medida determinando a apreensão do suplemento alimentar líquido Rejuvita 30 mL, da Rejuvita Ltda. Além do produto não ser regularizado e aprovado pela agência, ele estava sendo vendido com alegações não permitidas, como efeitos “anti-idade”, “renovação profunda da pele” e “dermocosmético oral”, o que induz o consumidor a erro, de acordo com a Anvisa.
Outra medida da Anvisa determinou o recolhimento de todos os suplementos alimentares da empresa Mayben Pharmaceutical Ltda depois que uma inspeção sanitária constatou que a empresa apresenta falhas graves nas Boas Práticas de Fabricação. Segundo o comunicado da Anvisa, essas falhas incluem “estrutura e limpeza inadequadas, falta de controle de temperatura e umidade, exaustão ineficiente, equipamentos danificados, uso de matérias-primas vencidas, mistura inadequada entre linhas de produção, ausência de lavatórios e materiais para higienização das mãos, falhas na rastreabilidade e uso de embalagens impróprias.”




