A Blaze anunciou em 29 de maio o corte do vale-refeição de seus funcionários, impactando 150 trabalhadores. A empresa justificou a medida devido a incertezas econômicas e o crescimento de plataformas ilegais, que teriam prejudicado suas operações.
A empresa registrou cerca de R$ 600 milhões de faturamento em 2025. A pressão de impostos elevados e custos operacionais são apontados como fatores que complicam a gestão financeira, segundo a companhia. Essa situação desafiadora contrasta com a aparente estabilidade financeira relatada anteriormente.
Impacto nos funcionários
A decisão de cortar benefícios gerou desconforto entre os colaboradores. A mudança para trabalho presencial na sede em São Paulo não teria sido bem recebida.
A medida adotada pela Blaze gera discussões sobre as condições de trabalho no setor de tecnologia e serviços no Brasil. A combinação de faturamento elevado com cortes de benefícios aumenta a preocupação entre empregados e observadores do mercado.
A Blaze permanece no centro do debate, à medida que entidades ligadas aos direitos trabalhistas monitoram a situação em busca de soluções.
A Blaze, plataforma de apostas de Curaçao, estourou no Brasil em 2019 com jogos como o “foguetinho” e patrocínios de Neymar e Felipe Neto. Após graves denúncias de estelionato e bloqueios de saques em 2023, a empresa se reestruturou. Legalizou-se sob as novas regras federais em 2025, mas segue sob forte escrutínio pelo impacto social do vício.




