O governo do Chile abriu o primeiro chamado nacional para o Subsidio DS1 de 2026, destinado às famílias de classe média que desejam adquirir ou construir uma casa. As inscrições, que vão até as 16h do dia 30 de junho, visam beneficiar famílias sem propriedades.
O objetivo é aumentar a segurança habitacional no país. Para participar, os interessados devem seguir um processo específico e atender a critérios rigorosos de elegibilidade estabelecidos pelo Ministério de Vivienda y Urbanismo.
Quem deseja se inscrever precisa ter, no mínimo, 18 anos, possuir carteira de identidade válida e estar registrado no Registro Social de Hogares. É essencial também demonstrar capacidade financeira.
Os candidatos devem ter depósitos feitos em suas contas de poupança e esses valores devem estar disponíveis até 29 de maio de 2026. Sendo assim, o programa visa garantir que os candidatos tenham uma base financeira para sustentar o investimento habitacional.
Requisitos para participação
Para serem elegíveis, os interessados precisam ter uma conta de poupança ativa há pelo menos 12 meses. Os valores exigidos variam de acordo com o projeto e a faixa escolhida.
Por exemplo, para comprar uma casa no Tramo 1, são necessárias 30 Unidades de Fomento (UF), o equivalente a aproximadamente 1.220.000 pesos chilenos. Já para o Tramo 3, que trata de construção, é necessário um depósito mínimo de 50 UF, cerca de 2.031.000 pesos chilenos.
Este subsídio não exige certificado de pré-aprovação hipotecária, o que simplifica o processo em comparação aos procedimentos anteriores. Isso permite uma participação mais acessível no programa. Além disso, o Ministério disponibiliza plataformas digitais para facilitar as inscrições, garantindo um processo descomplicado para os candidatos.
Inscrição
As inscrições eletrônicas estarão abertas até 30 de junho de 2026. Candidatos que participaram do segundo chamado de 2025 e não foram selecionados terão inscrição automática a partir de 16 de junho, se continuarem atendendo aos critérios exigidos.
O Subsidio DS1 também abrange tanto a compra individual de casas quanto a construção colaborativa em terrenos.




