Você é daquelas pessoas que até tenta manter a casa organizada no começo da semana, mas, quando se dá conta, a bagunça já se espalhou pelo quarto, pelo guarda-roupa e pelo resto dos cômodos? Bem, se você é uma dessas pessoas, sentimos muito em te dizer que a bagunça não é ruim só porque a sua mãe disse. Vários estudos e pesquisadores da área da psicologia estabelecem uma relação direta entre a organização de um ambiente e o bem-estar emocional de seus habitantes.
De acordo com matéria do El Tiempo, manter a casa sempre desarrumada pode ser um reflexo do mundo interior do habitante, um sintoma físico de questões como ansiedade, depressão ou estresse. Uma pesquisa publicada no Journal of Environmental Psychology afirma que um ambiente desorganizado ou caótico pode acabar piorando o bem-estar dos seus habitantes.
A sobrecarga visual da bagunça pode aumentar a sua produção de cortisol, popularmente conhecido como “hormônio do estresse”. Essa sobrecarga também pode prejudicar a sua cognição, diminuindo sua capacidade de concentração, dificultando sua tomada de decisões e causando uma perda de controle progressiva.
“Especialistas em saúde mental sugerem encarar a organização da casa como uma forma de autocuidado, recomendando que se aborde os espaços gradualmente”, explica o El Tiempo.
Bagunça nem sempre é sinônimo de sofrimento mental
Sim, nós acabamos te dizer que a psicologia aponta a bagunça como um sinal de problemas como ansiedade e procrastinação, mas toda regra tem a sua exceção. Em alguns casos, a organização simplesmente não é uma prioridade e o ambiente desordenado se torna o reflexo de uma personalidade voltada para a criatividade, que dispensa estruturas rígidas e normas sociais em prol de um ambiente mais “livre”.




