O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comentou a atuação da seleção brasileira na vitória por 2 a 1 sobre o Japão, pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, e elogiou o técnico Carlo Ancelotti por manter Casemiro em campo, apesar das críticas durante a partida. A declaração foi feita nesta terça-feira (30), durante o lançamento do Plano Safra da Agricultura Familiar 2026/2027.
Segundo Lula, ele próprio chegou a defender a substituição do volante após o primeiro tempo, mas mudou de opinião depois que Casemiro marcou o gol de empate na etapa final e ajudou a seleção a construir a virada.
“Eu estava vendo o jogo do Brasil com o Japão. Quando fez 1 a 0, fiquei pensando: ‘E agora?’. Todo mundo que estava comigo dizia para tirar o Casemiro. Eu também estava naquela. Aí aprendi que é muito fácil dar palpite. Quero agradecer ao Ancelotti por não ter tirado o Casemiro, porque ele fez o gol”, afirmou o presidente durante o evento.
Casemiro saiu de vilão a herói na classificação
O volante teve participação direta no lance que originou o gol japonês ainda no primeiro tempo. Após um passe errado de Danilo no meio-campo, Casemiro não conseguiu impedir o avanço do adversário, que abriu o placar para o Japão.
Na etapa complementar, porém, o meio-campista se recuperou. O Brasil aumentou a pressão ofensiva e Casemiro marcou o gol de empate. Já nos acréscimos, Gabriel Martinelli anotou o segundo gol e garantiu a classificação brasileira para a próxima fase do Mundial.
Comentários sobre a Seleção marcaram participação de Lula
Não foi a primeira vez que Lula repercutiu assuntos envolvendo a seleção brasileira durante a Copa do Mundo. Ainda em junho, o presidente chamou atenção ao ironizar a convocação de Neymar, que retornou recentemente aos gramados após longo período afastado por lesão.
Durante um evento em Belo Horizonte, Lula afirmou que o atacante era o “primeiro convocado home office do mundo”, em referência ao fato de o jogador ainda não estar atuando regularmente no torneio naquele momento.
Neymar fez estreia na Copa apenas na fase de grupos, entrando no segundo tempo da partida contra a Escócia, quase mil dias após a grave lesão que o afastou da seleção brasileira. Desde então, o atacante vem sendo utilizado de forma gradual pela comissão técnica de Ancelotti.




