Brasileiros e outros viajantes devem estar atentos à atual configuração do fuso horário entre o Brasil e os Estados Unidos, já que o horário de verão americano de 2026 está em vigor. A diferença de horário diminuiu desde o dia 8 de março, quando a mudança foi implementada nos EUA.
Normalmente, cidades como Orlando e Nova York ficam duas horas atrás do horário de Brasília, mas, atualmente, essa diferença é de apenas uma hora devido ao verão americano. Essa dinâmica ocorre porque o Brasil aboliu o horário de verão em 2019, enquanto a maior parte dos estados dos EUA continua a adotar a prática.
A razão para essa alteração anual é a adaptação dos relógios nos EUA, onde os americanos ajustam seus horários para aproveitar mais a luz do dia.
Contudo, vale lembrar que nem todas as regiões participam: o Havaí e a maior parte do Arizona, por exemplo, não aderem ao Daylight Saving Time. Para os brasileiros desprevenidos, essa diferença reduzida pode causar confusão no planejamento de viagens, coordenação de voos e compromissos internacionais.
Consequências para viajantes
Para quem está viajando ou planeja viajar para os Estados Unidos neste período — que se estende até novembro de 2026 —, é crucial ter em mente essa diferença menor de fuso. A organização de voos, reservas de hotéis e cronogramas dependem desse entendimento claro.
Pequenos erros de cálculo podem resultar em atrasos ou até na perda de compromissos importantes.
Além disso, quem realiza reuniões comerciais ou atividades de turismo deve se atentar aos relógios. Por exemplo, com o horário de verão atual, para uma reunião marcada para as 9h em Nova York, o participante em Brasília deve se conectar às 10h.
O horário de verão é amplamente usado nos Estados Unidos, mas sua eficácia segue em debate. Embora muitos valorizem a luz adicional no fim do dia, a economia de energia proporcionada é mínima, e estudos apontam que o impacto econômico muitas vezes não justifica os transtornos sociais.




