O Uruguai assumiu, em 2026, a liderança na América do Sul em valor de salário mínimo, ultrapassando países como Brasil e México. Desde janeiro, o país implementou uma estratégia eficaz para aumentar o salário mínimo, alcançando o equivalente a R$ 3.335.
No mesmo período, o salário mínimo no Brasil permanece em R$ 1.621. A abordagem uruguaia enfatiza o aumento do poder de compra dos trabalhadores e destaca sua posição de liderança regional.
O governo uruguaio iniciou, em 2026, um plano de ajuste salarial de duas etapas, fundamentado no Decreto N° 319/025. A partir de janeiro, o salário mínimo aumentou para 24.572 pesos uruguaios, com uma elevação de 4,1%. Em julho, ocorreu outro reajuste. Esses ajustes têm como objetivo proteger o poder aquisitivo dos trabalhadores uruguaios.
Comparado aos demais países da América Latina, o Uruguai se destaca. O salário mínimo no país equivale a cerca de 629 dólares mensais. No Brasil, este valor é aproximadamente de 295 dólares.
Situação econômica na América Latina
Mesmo com um crescimento econômico global lento, vários países latino-americanos conseguiram melhorar o valor real de seus salários mínimos. O fortalecimento do poder de compra se observa em muitos países da região, apesar de alguns enfrentarem estagnação econômica.
A posição de liderança do Uruguai serve de exemplo para outros países revisarem suas políticas salariais. Com a continuidade de ajustes progressivos esperados, o Uruguai surge como modelo econômico em tempos de incerteza. As próximas etapas das políticas salariais no Uruguai refletem a meta de manter uma economia sólida e um poder de compra estável para seus cidadãos.








