Você provavelmente já viu em alguma rede social ou em algum veículo de mídia a história de pelo menos um brasileiro que foi lutar na Guerra da Ucrânia contra a Rússia, que vem acontecendo desde 2022. E talvez tenha se pegado pensando o que faz alguém largar emprego, família e país para lutar uma guerra em outro continente. E uma das principais respostas é a promessa de salários elevados de até R$ 50 mil.
O Centro de Recrutamento Estrangeiro da Ucrânia, o principal órgão do país encarregado de atrair mercenários estrangeiros para compor o exército do país. No Instagram, o perfil do órgão conta até com vídeos em português com promessas de que o governo ucraniano financiaria a viagem de brasileiros dispostos a se alistarem.
Recentemente, o Ministério da Defesa do país anunciou que está implementando uma modernização do serviço militar, com a introdução de novos contratos com salários mais altos e bônus adicionais. Os maiores pagamentos iriam justamente para militares em combate, por causa dos riscos que eles assumem.
Soldados da Ucrânia estariam entre os “mais bem pagos do mundo”
De acordo com o site Sociedade Militar, os valores pagos são divulgados publicamente pelo Centro de Recrutamento Estrangeiro da Ucrânia, que afirma que a remuneração média desses contratos pode variar entre US$ 6.520 (R$ 33.000) e US$ 10.000 (R$ 50.660), o que colocaria os soldados ucranianos entre os mais bem pagos do mundo.
Além da remuneração, também há a promessa de um bônus por soldados inimigos capturados ou mortos em combate, com um valor prometido por um soldado inimigo capturado de cerca de US$ 2.175 (R$ 11.050). Para soldados inimigos eliminados em combate, também há um bônus de US$ 325 (R$ 1.651).











