O Brasil ampliará a agenda de grandes eventos esportivos internacionais nos próximos anos. Além de sediar a Copa do Mundo Feminina de Futebol de 2027, o país também receberá o Mundial de Clubes de Vôlei Feminino de 2026. A confirmação foi feita pela Federação Internacional de Vôlei (FIVB), que escolheu novamente a cidade de São Paulo para receber a competição entre os dias 8 e 13 de dezembro, reunindo algumas das principais equipes do planeta.
O torneio será disputado no ginásio Wlamir Marques, localizado no Parque São Jorge, sede social do Corinthians. A edição anterior, realizada em 2025, também aconteceu na capital paulista, mas teve como palco a Mercado Livre Arena Pacaembu, onde a equipe italiana Scandicci Savino Del Bene conquistou o título.
Com a confirmação da sede, São Paulo receberá o Mundial de Clubes de Vôlei Feminino pela quarta vez. A cidade já havia organizado o torneio em 1991, quando o Sadia ficou com o título, e em 1994, edição vencida pelo Sorocaba.
Até o momento, o Osasco Voleibol é a única equipe garantida na competição por representar o país anfitrião. O campeonato manterá o formato das últimas edições, com oito clubes divididos em dois grupos de quatro equipes. Após a fase classificatória, os dois melhores de cada chave avançam às semifinais, cruzando os primeiros colocados contra os segundos da outra chave. A disputa do terceiro lugar e a grande final estão marcadas para o dia 13 de dezembro.

Brasil também receberá a Copa do Mundo Feminina de 2027
Além do Mundial de Clubes de vôlei, o Brasil vive a expectativa pela realização da Copa do Mundo Feminina de Futebol de 2027, que será disputada entre 24 de junho e 25 de julho. A competição marcará a décima edição do torneio e será a primeira realizada em um país da América do Sul.
O Mundial reunirá 32 seleções e contará com 64 partidas, repetindo o formato ampliado adotado pela primeira vez na edição de 2023, sediada conjuntamente por Austrália e Nova Zelândia.
Durante evento realizado em São Paulo, representantes do esporte destacaram que a realização da Copa pode impulsionar a visibilidade do futebol feminino, fortalecer o turismo e ampliar a participação das mulheres em diferentes áreas ligadas à modalidade.
A secretária extraordinária para a Copa do Mundo Feminina, Juliana Agatte, afirmou que o país precisa ampliar o conceito de “paixão nacional”, tradicionalmente associado ao futebol masculino.
Segundo ela, a valorização do esporte no Brasil deve incluir de forma mais efetiva o futebol feminino, aproveitando o impacto que a competição internacional poderá gerar para atletas, profissionais do setor esportivo e para o desenvolvimento da modalidade no país.












