Precisando fazer aquele Pix, mas não tem saldo suficiente na conta para enviar o valor todo? Uma opção prática para você é aderir ao Pix parcelado, que já está disponível em várias instituições financeiras, como Itaú, Bradesco, Nubank, Santander e Mercado Pago. Com essa modalidade, o valor todo já chega para quem está recebendo, mas ele vai sair parcelado da sua conta.
De acordo com o blog do Serasa Limpa Nome, o funcionamento do Pix parcelado costuma ocorrer de duas formas:
- Via limite do cartão de crédito, com o banco considerando o limite do seu cartão de crédito para efetuar o pagamento via Pix e dividindo o valor em parcelas na fatura;
- Via crédito pessoal: algumas instituições oferecem o parcelamento no Pix como uma linha de crédito extra, com a análise feita com base no perfil do cliente, sem depender de cartão.
Para usar o Pix parcelado, os requisitos mais comuns são:
- ter conta ativa na fintech ou banco;
- ter limite de crédito disponível;
- passar pela análise de risco da instituição;
- manter histórico financeiro adequado.
Cuidado na hora de usar o Pix parcelado:
Sim, essa modalidade de Pix é bem prática e uma “mão na roda” quando você não está com saldo o bastante na conta, mas é preciso ter cuidado com a questão das taxas. Cada instituição pode cobrar taxas diferentes para esse tipo de transação, já que ainda não há uma regulamentação oficial do Banco Central a respeito desse tipo de pagamento.
Por isso, ao usar o Pix parcelado, fique atento a:
- cobrança de juros mensais;
- cobrança de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF);
- limites definidos pelo banco;
- número máximo de parcelas;
- possível impacto no limite de crédito.











