A Coreia do Sul se despede da carne de cachorro neste verão de 2026, marcando uma mudança cultural significativa. Em fevereiro de 2027, uma nova legislação, aprovada em janeiro de 2024, proibirá a criação, o abate e a venda de carne de cachorro para consumo humano. Este será o último ano em que a sopa boshintang, feita com carne de cachorro, estará legalmente disponível nos cardápios.
Durante um período de transição de três anos, mais de 6.000 estabelecimentos que vendem carne de cachorro procuram adaptar seus menus. Eles estão substituindo o ingrediente tradicional por opções como carne de cabra e chivo.
Este movimento segue uma tendência crescente de preocupação com o bem-estar animal, apoiada por 80% da população, conforme apontam pesquisas.
Transição culinária
Os proprietários de restaurantes e mercados enfrentam o desafio de ajustar seus negócios para se adequar à nova realidade. O governo tem orientado e oferecido suporte aos empresários nessa transição, incentivando a adoção de ingredientes alternativos.
A mudança reflete um movimento mais amplo de revisão das práticas culturais, convergindo para uma maior consciência sobre questões ambientais e de saúde pública.
Brasil avança na proteção de cães e gatos
O Senado brasileiro deu um passo importante em direção à proteção dos animais ao avançar com um novo estatuto que transforma os direitos de cães e gatos no país.
No último dia 12, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou o relatório que institui o Estatuto dos Cães e Gatos, estabelecendo direitos e deveres claros, além de tipificar crimes contra esses animais. O foco é reconhecer legalmente a importância dos cuidados e o bem-estar destes animais domésticos no Brasil.
O estatuto busca garantir direitos essenciais, como bem-estar, alimentação adequada e liberdade de movimento para cães e gatos, incluindo aqueles que vivem nas ruas.











