O débito automático começou a perder espaço no nosso sistema financeiro e quem está tomando o seu lugar é o método de pagamento queridinho dos brasileiros: o Pix. Mais precisamente, o Pix Automático, nova modalidade lançada pelo Banco Central em janeiro deste ano. E esse “troca” não é apenas uma questão de gosto dos usuários. De acordo com a revista Veja, ele “passou a ser obrigatório em determinadas operações de débito interbancário nas quais o destinatário final dos recursos é uma empresa ou entidade não autorizada a funcionar pelo Banco Central.”
Essa mudança veio de regras recentemente aprovadas pelo Conselho Monetário Nacional e pelo Banco Central, que estabeleceram que a infraestrutura do Pix vai substituir o modelo baseado em convênios entre empresas e diferentes bancos. As instituições tiveram até o dia 1º de janeiro para adequarem contratos e autorizações de débito às novas regras, de acordo com a Veja, mas tributos, serviços públicos e planos de saúde ainda têm até janeiro do ano que vem para se adaptarem.
Para os consumidores, não teremos uma mudança automática das cobranças. Se você quiser utilizar o Pix Automático, precisa autorizar a operação no aplicativo da sua instituição financeira. O débito automático funciona de forma independente e ainda não desaparece por completo.
Como funciona o Pix Automático
Se você já conhece o débito automático, então consegue imaginar mais ou menos como o Pix Automático funciona. Com essa modalidade de pagamento, você vai agendar e editar pagamentos recorrentes para que eles sejam feitos de forma automática. Essa modalidade é especialmente útil para pagar contas de água, luz, internet, etc (e uma ótima pedida para você, que sempre esquece de pagar a conta). Lembrando que você pode suspender um pagamento no dia anterior ou até cancelar se quiser.











