Desde que foi lançado, lá em 2020, o Pix já se tornou tão presente no nosso cotidiano que é até estranho pensar que ele é algo relativamente novo em nossas vidas. E, de acordo com ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, o Pix é um sistema pioneiro, mas ainda é só o começo e que ainda tem “muito o que acontecer”. Ele fez a declaração em participação no Zetta Summit, evento promovido pela associação que representa as instituições financeiras digitais e as fintechs do país, em Brasília.
Ps: você consegue encontrar vídeos completos da participação de Neto no evento no YouTube, como no canal Poder360.
Entre outros assuntos, Neto elogiou as medidas do Banco Central para tentar combater as fraudes usando o método. “Eu acho que o Banco Central foi correto de saber a hora de atacar e saber a hora de defender. As medidas estão sendo muito boas no sentido de defender”, declarou.
Ex-presidente tem saudades do seu tempo no comando do Banco Central
Roberto Campos Neto foi o presidente do Banco Central entre fevereiro de 2019 e janeiro do ano passado, estando no cargo quando o Pix foi lançado (ps: o método de pagamento já vinha sendo desenvolvido formalmente desde 2018). Durante o evento, ele também comentou que sua época presidindo o BC “talvez tenha sido um dos períodos mais felizes da sua vida”.
Outro assunto que ele comentou durante sua participação foi sobre as stablecoins, criptomoedas que têm seu valor atrelado a uma moeda ficuciária, como o dólar ou o real. “Sempre acreditei que as stablecoins iriam ter um crescimento muito rápido, se alastrar rapidamente. Vieram para ficar e acho que vai ser difícil que continuem crescendo sem ser reguladas. Acho que as que não são reguladas terão problemas”, comentou Neto.











