No Distrito Federal (DF), existem 23 áreas de risco para alagamentos, enxurradas e deslizamentos, nas quais mais de três mil pessoas vivem. Dessas 23, 14 são classificadas como de risco “muito alto”. Esses números vêm do Demonstrativo Social 2026 divulgado na última quarta (16) e elaborado pela Secretaria Executiva de Proteção e Defesa Civil e da Secretaria de Segurança Pública do DF.
Como já mencionamos, essas áreas estão mais suscetíveis a várias catástrofes, como alagamentos, deslizamentos e voçorocas, quando a força da chuvas cria crateras por causa da erosão. A lista de áreas inclui localidades em Sol Nascente, Recanto das Emas, Setor Habitacional Água Quente, entre outras regiões administrativas do DF.
O que faz uma área ser considerada de risco?
As áreas de risco são regiões consideradas mais vulneráveis a esses fenômenos naturais por causa de características geológicas e climáticas da região. Uma matéria da Exame lista algumas características de imóveis nesse tipo de área. Uma delas é que eles costumam ser construídos em encostas e morros, o que os torna muito mais vulneráveis a deslizamentos de terra. Outras características desse tipo de área são solos com baixa capacidade de drenagem ou sem um sistema de drenagem adequado, e proximidade de rios, córregos e lagos.
Segundo a Defesa Civil do Rio Grande do Sul, em caso de alerta roxo para temporais, a recomendação para quem mora em área de risco é que você saia imediatamente, voltando para quando os órgãos oficiais afirmaram que é seguro, além de proteger sua cabeça de objetos que possam cair ou se deslocar, apoiar a saída de pessoas com problemas de mobilidade e vulneráveis, e, se possível, compartilhar informações com moradores próximos.











