Mix Conteúdos Digitais
  • Início
  • Últimas Notícias
  • Contato
  • PUBLICIDADE LEGAL
Mix Conteúdos Digitais
Sem resultados
Ver todos os resultados
Mix Conteúdos Digitais
Sem resultados
Ver todos os resultados

Cientistas descobrem o que acontece após a morte. Estamos chocados!

Por Pedro Silvini
15/05/2025
Em Geral
0
Testes em animais

(Reprodução/Robert F. Bukaty/AP)

Sim, você está brilhando neste exato momento. Isso não é metáfora — é ciência. Um estudo inovador da Universidade de Calgary, no Canadá, revelou que todos os organismos vivos, de camundongos a plantas (e sim, seres humanos também), emitem uma luz extremamente fraca como subproduto do metabolismo. E o mais impressionante: essa luminosidade desaparece quando a vida termina.

Recomendado para você

  • Erro comum nos supermercados pode fazer brasileiros comprarem alimentos mais baratos
  • Governo confirmou aumento no preço mínimo do cigarro em todo o Brasil
  • Conversor de TV 3.0 custa R$ 600 e pode transformar radicalmente o seu aparelho de televisão
  • vini jr e bruno guimaraes seleção brasileira futebolDepois de muita especulação, astro da Seleção Brasileira acerta com o Arsenal.

A descoberta, publicada na Journal of Physical Chemistry Letters, mostra que os seres vivos emitem fótons ultrafracos (UPE, na sigla em inglês), partículas de luz tão sutis que só podem ser captadas por câmeras especiais com tecnologia avançada. Após a morte, essa emissão praticamente cessa — uma espécie de “apagão bioquímico”.

O experimento que revelou a luz invisível da vida

Recomendado para você

  • Droga Raia lança farmácia “gourmet” com produtos inéditos e 50 novas marcas de beleza e bem-estar
  • universidade reino unido havardEuropa está construindo a “melhor universidade do mundo” que promete superar Harvard e Oxford, com 50 mil alunos divididos em 4 campus
  • Idosos com essas condições de saúde recebem alerta urgente da Anvisa
  • Espaço TerraMaior catástrofe da história do Planeta Terra aconteceu no México há 66 milhões de anos, segundo cientistas

No laboratório, cientistas colocaram camundongos vivos em uma câmara escura e monitoraram a emissão de luz por uma hora. Em seguida, os animais foram sacrificados e analisados novamente. O resultado foi claro: os corpos mortos praticamente pararam de emitir fótons. O mesmo experimento foi repetido com folhas de plantas danificadas, que também apresentaram redução na emissão luminosa após a “morte celular”.

Segundo os pesquisadores, esse brilho sutil é consequência direta dos processos metabólicos — especialmente nas mitocôndrias, onde ocorre a produção de energia celular. Enquanto o organismo está funcionando, uma pequena quantidade dessa energia é liberada na forma de luz.

Nada místico, tudo biológico — mas ainda assim fascinante

Apesar do tom quase espiritual da descoberta, os cientistas são categóricos: não se trata de aura, alma ou energia mística. “É um fenômeno puramente bioquímico”, afirmou o físico Daniel Oblak, que liderou o estudo.

“Nós metabolizamos energia para pensar, nos mover e viver — e uma parte minúscula disso se manifesta como luz.”

Imagem direto do estudo (Reprodução/J. Phys./Chem. Lett)

A metáfora de um bastão de luz (glow stick) foi usada para ilustrar: quando dois compostos químicos se misturam, produzem luz. Isso não significa que o bastão tem alma — o mesmo vale para a luz dos seres vivos.

Aplicações futuras: da saúde humana ao monitoramento ambiental

Apesar de ainda estar em fase de laboratório, a tecnologia abre caminho para aplicações promissoras. O monitoramento da emissão de fótons ultrafracos pode se tornar uma ferramenta não invasiva para avaliar a saúde de plantas, culturas agrícolas e até tecidos humanos. Ao detectar alterações na intensidade dessa luz, médicos e cientistas poderiam identificar sinais precoces de estresse, lesões ou doenças.

A ideia de que estamos emitindo luz o tempo todo pode parecer poética — e de certa forma, é. Mas também é profundamente científica. Ela revela, em um nível microscópico, a diferença concreta entre o que está vivo e o que deixou de viver. Quando a vida termina, a luz se apaga.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Pedro Silvini

Pedro Silvini

Jornalista com formação em Mídias Sociais Digitais, colunista de conteúdo social e opinativo. Apaixonado por cinema, música, literatura e cultura regional.

Próximo post
Show de Madonna

Veja a fortuna que Madonna recebeu para cantar no Brasil

Confira!

Foto: gpointstudio/Freepik

Erro comum nos supermercados pode fazer brasileiros comprarem alimentos mais baratos

03/08/2026
Imagem de Pexels por Pixabay

Governo confirmou aumento no preço mínimo do cigarro em todo o Brasil

03/08/2026
Imagem de Mohamed Hassan por Pixabay

Conversor de TV 3.0 custa R$ 600 e pode transformar radicalmente o seu aparelho de televisão

03/08/2026
  • Contato

Diário do Comércio | Mix

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Contato

Diário do Comércio | Mix