Em entrevista ao Metrópoles, o técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti, relembrou a trajetória do país na Copa do Mundo deste ano e comentou seus planos para os quatro anos até o próximo mundial da Fifa. Inclusive, ele admitiu erros na partida contra a Noruega que acabou nos chutando para fora do torneio (perdão pelo trocadilho).
O italiano defende que o Brasil fez um bom primeiro tempo, em que teve oportunidades de marcar gols, mas acabou perdendo o controle na segunda etapa, que foi quando a Noruega marcou os dois gols. Ele explica que, no intervalo, sentiu que a equipe não estava “tão confortável” e que quis “retomar o controle” com as substituições. “Depois da pausa para a hidratação, entrou o Neymar e o Ederson. Mudei um pouco a estrutura para tentar ganhar o jogo. Agora, com a mente fria, posso dizer que foi um erro”, confessou Ancelotti.
Ele também comentou que, no jogo contra o Japão (que o Brasil ganhou de 2 a 1), ele não teve essa mesma sensação de “perda de controle”. “A sensação de era que estávamos perdendo um pouco do controle da partida, coisa que não aconteceu contra o Japão”, explicou ao Metrópoles.
Ancelotti negou convite para continuar com a Seleção Brasileira
O técnico foi um dos sondados pela Federação Italiana de Futebol (FIGC) para assumir o comando da seleção da Itália (lembrando que Ancelotti é italiano), mas ele acabou rejeitando o convite para manter o seu compromisso com a CBF.
“Tenho um compromisso com a CBF e com este país, porque este país me recebeu muito bem neste primeiro ano. Eu quero continuar aqui. Agradeci, obviamente, à Federação Italiana, mas eu quero seguir aqui porque creio que é correto e justo seguir em um país que me acolheu muito bem, em uma instituição que me deu a oportunidade de trabalhar”, declarou em entrevista à ESPN.











