Fundada em 1984, no cenário musical de Belo Horizonte, a banda Sepultura rapidamente se destacou no thrash metal global. Com mais de 40 anos de carreira, influenciou o gênero no Brasil e internacionalmente.
Derrick Green (vocal), Andreas Kisser (guitarra), Paulo Xisto (baixo) e Greyson Nekrutman (bateria) compõem a formação atual.
O Sepultura provocou uma revolução na música pesada mundial em 1996 com o lançamento de ‘Roots‘. Este sexto álbum de estúdio integrou influências tribais e sons tradicionais do metal, inaugurando a era do nu metal.
A inovação sonora e cultural do grupo transformou significativamente a cena mundial, estabelecendo uma nova referência na fusão de estilos. Hoje, a banda é um dos maiores nomes da música mundial.
Em 1996, ‘Roots’ emergiu como um marco na música, destacando-se pela incorporação de elementos culturais brasileiros, como os ritmos indígenas Xavante. Este álbum vendeu mais de dois milhões de cópias globalmente, comprovando seu impacto na indústria musical e firmando o Sepultura como um dos expoentes do gênero.
Inovação sonora de ‘Roots’
Antes de ‘Roots’, o metal era predominantemente influenciado por raízes europeias. O Sepultura quebrou essa tradição ao incluir elementos da música e cultura indígena brasileira.
A faixa “Itsári” exemplifica esse esforço ao integrar cânticos da tribo Xavante diretamente em sua composição. Tal feito redefiniu o gênero pela inclusão de ritmos afro-brasileiros, rompendo a homogeneidade do cenário musical da época.
A contribuição do Sepultura vai além da música. Sua habilidade em integrar culturas e sons diversos redefiniu o metal, influenciando uma geração de bandas como Korn e Slipknot.
A banda anunciou o último show da carreira, que vai ser realizado no dia 7 de novembro de 2026, na Mercado Livre Arena Pacaembu, em São Paulo. O impacto global do Sepultura é notável, com mais de 20 milhões de discos vendidos. O nome e legado da banda agora ficarão para a história.




