A substituição do Registro Geral (RG) pela Carteira de Identidade Nacional (CIN) segue em ritmo acelerado no Brasil. A Carteira de Identidade Nacional (CIN) será obrigatória a partir de 2027 para cidadãos que recebem programas sociais, como benefícios do INSS e Bolsa Família, e ainda não possuem cadastro biométrico em bases oficiais. Há o risco de perder o benefício em caso de não cumprimento.
Para os cidadãos com biometria já registrada, o prazo se estende até janeiro de 2028, garantindo tempo adicional para a transição. A mudança busca padronizar a identificação em todo o território nacional, aumentando a segurança e facilitando a integração de dados.
No entanto, essa obrigatoriedade se concentra nas condições estabelecidas para benefícios do INSS e programas sociais. O principal motivo para a implementação da CIN é modernizar e unificar o sistema de identificação no Brasil, permitindo maior eficiência nos serviços públicos e evitando fraudes.
Grupos prioritários na troca do RG
O foco inicial da substituição recai sobre brasileiros que ainda não realizaram o cadastro biométrico. Destacam-se entre os mais afetados os beneficiários dos programas sociais, idosos, migrantes, refugiados e pessoas impossibilitadas de locomoção por motivos de saúde.
A adequação se torna crucial para evitar dificuldades no acesso aos recursos oferecidos pelo governo.
Processo de emissão da nova CIN
A emissão da CIN pode ser solicitada em Institutos de Identificação estaduais e no Distrito Federal. Os cidadãos devem comparecer munidos da certidão de nascimento ou casamento.
Cidades como São Paulo e Rio de Janeiro oferecem sistemas facilitadores, como o Poupatempo, para agendamentos online. O tempo de entrega da nova identidade varia entre 12 a 22 dias úteis, dependendo da localidade.
Desde a introdução da CIN em 2022, a adesão tem sido crescente. A necessidade de regularização continua a impulsionar a procura. Cada estado adota estratégias específicas para facilitar o processo.


