Mix Conteúdos Digitais
  • Início
  • Últimas Notícias
  • Contato
  • PUBLICIDADE LEGAL
Mix Conteúdos Digitais
Sem resultados
Ver todos os resultados
Mix Conteúdos Digitais
Sem resultados
Ver todos os resultados

Cientistas descobrem que esse tipo de proteína pode impedir avanço do câncer no organismo

Por Alan da Silva
13/07/2026
Em Geral
0
Imagem ilustrativa: Pixabay

Imagem ilustrativa: Pixabay

Uma proteína encontrada na superfície das células, chamada sindecam-4, surge como potencial alvo no combate ao câncer, segundo estudo da Universidade Federal de São Paulo conduzido com apoio da FAPESP. Experimentos mostraram que seu bloqueio interrompe a divisão celular e elimina a proteção que tumores usam para sobreviver quando soltos, neutralizando mecanismo que facilita metástases. Os resultados saíram em março na Cytotechnology.

Para formar tecidos, as células precisam estar ancoradas umas às outras e à matriz extracelular. Quando uma célula normal se desprende, ativa anoikis, morte por falta de ancoragem. No câncer, células agressivas resistem a esse processo, sobrevivem soltas, migram pela corrente sanguínea e colonizam outros órgãos.

Produção da sindecam-4

Recomendado para você

  • NASA confirma data em que asteroide com força equivalente a 22 bombas atômicas poderá atingir a Terra
  • bandeira do brasilSeleção brasileira confirma a convocação de atleta de 2 metros de altura
  • faixa presidencialVeja qual será o salário do novo presidente do Brasil, após as Eleições 2026
  • Uber atualiza categorias e estes veículos não serão mais aceitos

A sindecam-4 é produzida naturalmente para adesão celular, mas sua superexpressão está ligada ao avanço do tumor, protegendo as células malignas da morte programada quando se desprendem. Para entender o mecanismo, pesquisadores testaram células de vasos de coelhos em laboratório, forçando-as a ficar soltas.

A maioria morreu, mas menos de 5% sobreviveu e tornou-se agressiva, passando a produzir a proteína em excesso. Ao silenciar geneticamente a sindecam-4, reverteram o comportamento maligno: as células perderam a agressividade e voltaram a depender da adesão física.

O bloqueio também afetou o ciclo de multiplicação, aumentando a produção de p27, inibidor natural da divisão, e reequilibrando ciclinas e CDKs, proteínas que controlam o ritmo da proliferação.

Promissor marcador diagnóstico

Em entrevista à Agência FAPESP, a professora Carla Cristina Lopes, do Departamento de Ciências Biológicas da Unifesp e autora correspondente do artigo, afirmou que os achados indicam a sindecam-4 como promissor marcador diagnóstico e alvo terapêutico, mas ressaltou que os resultados ainda são preliminares e precisam ser replicados em células humanas antes de qualquer aplicação clínica.

O grupo, apoiado por FAPESP, CNPq, Capes e Finep, investiga se o canabidiol, derivado da Cannabis sativa, pode atuar sobre a proteína. 

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
LogoCaro leitor,

O acesso ao conteúdo será liberado imediatamente após o anúncio.

Alan da Silva

Alan da Silva

Jornalista e revisor.

Próximo post
Bolsa Família

Bolsa Família mudou de data e começa a ser pago no início da semana

Confira!

Imagem ilustrativa: Pixabay

NASA confirma data em que asteroide com força equivalente a 22 bombas atômicas poderá atingir a Terra

13/07/2026
bandeira do brasil

Seleção brasileira confirma a convocação de atleta de 2 metros de altura

13/07/2026
faixa presidencial

Veja qual será o salário do novo presidente do Brasil, após as Eleições 2026

13/07/2026
  • Contato

Diário do Comércio | Mix

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Contato

Diário do Comércio | Mix