O ex-jogador de futebol Carlos César, que foi campeão da Copa Libertadores de 2013 pelo Atlético-MG, está no meio de um impasse judicial envolvendo uma mansão de luxo em um condomínio na Pampulha, região nobre de Belo Horizonte. Em julho deste ano, a empresa responsável pela locação da mansão entrou com uma ação de despejo do ex-jogador na Justiça, alegando atraso de pagamento de aluguel.
De acordo com documentos do processo obtidos pela Itatiaia, a empresa está cobrando mais de R$ 56,3 mil entre aluguéis vencidos, multa, contas, taxas de condomínio e honorários advocatícios. Com o atraso do pagamento, a causa ficou no valor total de cerca de R$ 278,3 mil.
Avaliada em R$ 6 milhões, a mansão conta com sauna, piscina, espaço gourmet, quatro quartos e seis vagas de garagem. Segundo a empresa, o aluguel do imóvel era de R$ 18,5 mil por mês.
O que a defesa do ex-jogador diz?
Procurada pela Itatiaia, a defesa de Carlos César alega que o contrato de locação era na verdade de R$ 16,5 mil nos primeiros 12 meses, passando para R$ 18,5 mil apenas a partir do 13º mês. Mesmo assim, os R$ 18,5 mil foram cobrados já no primeiro ano, junto com multa, juros, correção e honorários.
Além disso, a defesa do ex-jogador também afirma que, após a entrega das chaves, foram encontrados problemas relevantes no imóvel, como vazamentos, infiltrações e riscos elétricos e que César teve que custear parte desses reparos. “Em 15 de julho de 2026, foi apresentada Notificação extrajudicial, requerendo a correção dos boletos, os reparos necessários e a restituição de valores cobrados a maior, sem resposta até o momento.”
A equipe de defesa conclui sua nota dizendo que, quando citada, vai apresentar toda a documentação pertinente ao Poder Judiciário.











