A descoberta de uma mina de ouro no condado de Pingjiang, na província de Hunan, região central da China, foi oficialmente confirmada pelo governo local. Estima-se que a mina contenha cerca de 300 toneladas de ouro, cuja avaliação totaliza aproximadamente R$ 428 bilhões.
A descoberta foi realizada após anos de perfuração extensiva, atingindo até 3.000 metros de profundidade. Este achado destaca-se pela riqueza do depósito, posicionando a China como um player crucial no mercado global de ouro.
Detalhes da descoberta
As perfurações vêm sendo conduzidas na região, culminando na identificação de mais de 40 veias de ouro com teor de até 138 gramas por tonelada de rocha. A descoberta, avaliada em 600 bilhões de yuans (cerca de R$ 450 bilhões), representa um marco significativo na exploração mineral chinesa.
As projeções indicam que a reserva pode ultrapassar 1.000 toneladas. Essa mina é uma das maiores descobertas recentes na China, aumentando a expectativa sobre o impacto significativo que poderá ter no mercado.
Dados de 2026 reafirmam que a China já é responsável por cerca de 10% da produção mundial de ouro, e esta nova reserva pode solidificar ainda mais essa posição.
Desafios técnicos
Extração de ouro a mais de 2.000 metros de profundidade apresenta desafios técnicos, exigindo sistemas de ventilação sofisticados e contenção adequada para enfrentar altas temperaturas e pressões. A logística é outro desafio, devido à área de acesso limitado.
A exploração comercial em grande escala pode demorar alguns anos para se concretizar, mas o anúncio da descoberta já causou um rebuliço nos mercados globais de ouro. O interesse de investidores internacionais reforça a relevância econômica de uma reserva deste porte.



