Pesquisadores de várias universidades estão desenvolvendo métodos inovadores para colonizar Marte através da impressão 3D. Em 2025, estudos destacaram o uso da biomineralização para transformar o solo marciano em estruturas sólidas.
Especificamente, a bactéria Sporosarcina pasteurii é utilizada para solidificar o regolito, o solo característico do planeta vermelho. A motivação principal é a inviabilidade de transportar materiais da Terra, tanto por questões logísticas quanto financeiras.
Biomineralização
A biomineralização se afirma como uma técnica revolucionária, transformando substâncias locais em minerais capazes de formar estruturas robustas. Assim, ao combinar essa técnica com a impressão 3D, há a possibilidade de erguer edifícios diretamente no ambiente de Marte.
Esse procedimento visa permitir uma presença humana duradoura sem depender do transporte de materiais terrestres.
Eficiências
O uso conjunto de impressão 3D e biomineralização tem suas vantagens: é sustentável e economiza energia. No entanto, os desafios persistem. A atmosfera rarefeita de Marte, temperaturas excessivamente baixas e a presença constante de radiação são barreiras a serem superadas.
Estudos mostram que a eficiência da biomineralização varia com fatores como temperatura, o que pode limitar seu funcionamento ideal ao ambiente marciano.
A perspectiva de criar um ambiente habitável em Marte é ambiciosa. A produção potencial de oxigênio e nutrientes por microrganismos pode apoiar a existência humana. Contudo, viagens tripuladas para Marte provavelmente não ocorrerão antes das décadas de 2030 ou 2040, segundo cronogramas de várias agências espaciais.




