Na manhã de 18 de maio, a Receita Federal realizou uma megaoperação em dois shoppings na região do Brás, em São Paulo. Com foco em coibir a venda de produtos falsificados, a ação interditou temporariamente os shoppings 25 Brás e Stunt.
Essas medidas visam combater mercadorias irregularmente introduzidas no país, especialmente àquelas relacionadas aos produtos esportivos e eletrônicos.
A interdição, planejada para durar pelo menos duas semanas, busca averiguar a legalidade das cerca de 2 mil lojas. A operação enfatiza uniformes esportivos e eletrônicos, frequentemente importados sem os devidos trâmites legais. O objetivo é impedir a comercialização ilegal que se intensifica com a proximidade da Copa do Mundo de 2026.
Copa do Mundo motiva ações de combate à pirataria
A operação foi impulsionada pela proximidade do evento esportivo internacional, que ocorrerá entre junho e julho de 2026 nos Estados Unidos, Canadá e México.
Esse aumento de demanda por produtos oficiais esportivos pode fomentar a distribuição de itens falsificados. Assim, a Receita Federal intensifica suas atividades para proteger o comércio e o mercado regulamentado.
Agentes da Receita foram mobilizados e os lojistas tiveram a chance de apresentar documentação para regularizar suas mercadorias. Produtos sem comprovação de origem podem ser apreendidos, mas há a possibilidade de recuperação caso as documentações sejam apresentadas posteriormente.
O fechamento dos shoppings afeta significativamente a economia local, já que a área é um dos polos comerciais de São Paulo. Espera-se que, durante o período de interdição, os comerciantes ajustem suas atividades de acordo com as regulamentações.
Com duração prevista de duas semanas, a fiscalização visa garantir que a venda de produtos, especialmente aqueles ligados à Copa do Mundo, ocorra de forma regular.



