Mark Zuckerberg, chefe da Meta, se envolveu em uma controvérsia após seu superiate, o Launchpad, não auxiliar uma embarcação menor em dificuldades no sudeste do Alasca. O incidente ocorreu recentemente, quando um barco de 6 metros ficou sem combustível entre Petersburg e Juneau.
A embarcação foi resgatada por um cruzeiro, mesmo estando mais distante do que o iate de Zuckerberg. O superiate, avaliado em US$ 300 milhões, estava em região estratégica, mas não prestou assistência.
Em contrapartida, no Brasil, a doação de Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan, trouxe esperança para Henrique da Silva de Lima, de 7 anos, que luta contra a distrofia muscular de Duchenne. Em 2026, Hang doou R$ 20 mil para apoiar o tratamento do menino. A distrofia muscular de Duchenne é uma doença genética rara que provoca degeneração muscular.
Comunicações teriam falhado
O caso levantou dúvidas sobre a responsabilidade da equipe do Launchpad. Alegou-se que a tripulação de Zuckerberg usava uma frequência de rádio diferente durante o pedido de socorro.
Quando souberam da situação, o resgate já estava sendo realizado pelo cruzeiro Wilderness Legacy. Essa suposta falha de comunicação gerou discussões consideráveis.
Este episódio trouxe à tona críticas sobre o estilo de vida luxuoso de Zuckerberg. A justificativa da tripulação sobre a falha de comunicação, por falta do uso da frequência correta, não foi bem recebida por parte do público.
Até agora, não há evidências de participação direta de Zuckerberg na gestão do imbróglio. A equipe do Launchpad afirmou que não ouviu o pedido de auxílio devido à frequência de rádio errada. Novas informações podem surgir.












