Um ciclone extratropical ameaça quatro estados do Brasil com ventos de até 100 km/h. Os estados afetados incluem Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul. A tempestade está prevista para ocorrer entre os dias 6 e 8 de agosto.
Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o fenômeno pode provocar temporais, granizo e quedas acentuadas de temperatura na Região Sul do país.
A formação desse ciclone resulta do encontro de massas de ar quente e frio, comum no Sul da América do Sul. Com a possível queda rápida da pressão atmosférica, pode ocorrer a intensificação do fenômeno para um “ciclone bomba”. Este termo descreve ciclones com ventos ainda mais intensos, especialmente sobre o Oceano Atlântico, perto do centro do ciclone.
Impactos
Os ventos mais fortes devem ocorrer em áreas costeiras e oceânicas, com rajadas passando dos 100 km/h. Na costa do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, ventos podem chegar a 60 km/h. A região poderá enfrentar tempestades severas, incluindo descargas elétricas e granizo.
O avanço de uma frente fria intensa após o ciclone deve causar temperaturas ainda mais baixas. O Inmet emitiu alertas meteorológicos para os estados afetados, prevendo o pico do ciclone entre 6 e 8 de agosto. As autoridades recomendam que a população fique atenta às atualizações.
Preparação da população
Após a passagem do ciclone, e sua ida para o Oceano Atlântico, uma área de alta pressão deve aumentar ainda mais a intensidade do frio. A população deve se manter informada e seguir recomendações de segurança para minimizar riscos associados a ventos fortes e tempestades.
Com ventos de até 100 km/h e potencial para intensificação, o fenômeno continua sob vigilância até sua dissipação.











