Quando pensamos em hábitos que podem ajudar a aumenta a nossa longevidade e a nossa qualidade de vida, normalmente pensamos em alimentação, exercícios físicos, sono adequado… e não estamos errados. Mas um fato muitas vezes negligenciado e que é fundamental para envelhecermos bem é o convívio social. Conversar e conviver com amigos, familiares e vizinhos é tão importante para idosos quanto cuidar da saúde física, aponta matéria do g1.
Como a convivência influencia na saúde dos idosos
O professor Carlos Gaudioso, doutor em ciências médicas e especialista em saúde mental da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), explica ao g1 que relações sociais influenciam diretamente na expectativa (e qualidade) de vida. “A família oferece apoio e segurança emocional. Os amigos trazem alegria, troca de experiências e a sensação de pertencimento. Já os clubes e centros de convivência ajudam a combater a solidão”, detalha o doutor.
Ao falar de convivência, Gaudioso também destacou a importância da integeneracionalidade, a troca entre diferentes gerações com a convivência desses idosos com pessoas mais jovens. O professor explica que essa troca amplia experiências culturais e fortalece a autoestima.
“Não existe receita pronta para essa convivência, mas uma dica é encontrar um elo para que as conversas sejam do interesse dos dois. Tem que encontrar um tema comum, que seja do interesse do jovem e do idoso”, explica o médico geriatra Leonardo Salgado, diretor presidente da Assiste Vida, empresa baiana especializada home care, à Revista ABM.
A Fundação São Francisco Xavier também pontua que pessoas idosas precisam ter atividades e se movimentar para ter uma velhice saudável.








