Os moradores de Minas Gerais devem se preparar para uma nova queda nas temperaturas ao longo desta semana. A atuação de uma massa de ar polar sobre o Centro-Sul do Brasil deve intensificar o frio em diversas regiões do estado, com previsão de geadas no Sul de Minas a partir desta terça-feira (14). Em Belo Horizonte, os termômetros podem atingir cerca de 10°C entre quinta-feira (16) e sexta-feira (17), segundo as previsões meteorológicas.
A chegada do ar frio mantém o tempo firme e o céu aberto em boa parte do estado, favorecendo madrugadas de forte resfriamento e manhãs com temperaturas abaixo da média para esta época do ano.
A previsão indica que uma forte massa de ar frio, associada a um sistema de alta pressão atmosférica, será responsável pelo predomínio de tempo seco e estável em grande parte do Centro-Sul do país.
Em Minas Gerais, o fenômeno deve provocar queda acentuada das temperaturas, principalmente durante o amanhecer. No Sul de Minas, há condições favoráveis para a formação de geadas, enquanto Belo Horizonte deverá registrar um dos períodos mais frios do mês, com mínimas próximas dos 10°C entre os dias 16 e 17 de julho.
Enquanto isso, áreas do litoral brasileiro e da faixa Norte do país continuam sob influência de sistemas que transportam umidade, mantendo condições para chuva.
Mudança no tempo está prevista para o fim da semana
Apesar do frio intenso nos próximos dias, a tendência é de mudança no padrão atmosférico a partir de sexta-feira (17). Conforme projeções da Meteored, o enfraquecimento de um bloqueio atmosférico permitirá o avanço de sistemas que favorecerão o transporte de calor e umidade da Amazônia para o Sul do continente.
Esse processo será impulsionado pelo chamado jato de baixos níveis, corrente de ventos responsável por elevar rapidamente as temperaturas em parte do Brasil.
Segunda quinzena deve ter calor acima da média
As previsões apontam que a segunda metade de julho será marcada pelo avanço do calor em praticamente todo o país. Entre os dias 20 e 27 de julho, as temperaturas deverão ficar acima da média histórica em diversas regiões brasileiras.
No Sul do país, os desvios podem variar entre 3°C e 6°C acima da climatologia, indicando uma mudança significativa em relação ao frio registrado no início da segunda quinzena.
Além da elevação das temperaturas, a alteração na circulação atmosférica deve aumentar o risco de instabilidades no Rio Grande do Sul. O enfraquecimento do bloqueio atmosférico permitirá o avanço de frentes frias, enquanto o transporte de calor e umidade criará condições favoráveis para a formação de tempestades.







