Quatro réplicas da Estátua da Liberdade instaladas em unidades da Havan foram alvo de tentativas de incêndio quase simultâneas em diferentes regiões do país. Os casos ocorreram no dia 9 de abril, nas cidades de São Luís (MA), Natal (RN), Valparaíso (GO) e São Pedro da Aldeia (RJ).
O empresário Luciano Hang, dono da rede, classificou os episódios como “atos terroristas” e afirmou que há indícios de ação coordenada.
Estátua da Liberdade da Havan é alvo de ataques
De acordo com a empresa, imagens de câmeras de segurança registraram indivíduos tentando atear fogo nas estruturas, que são símbolo das lojas e fazem referência à Estátua da Liberdade. As ocorrências aconteceram em horários próximos, o que reforçou a suspeita de planejamento prévio.
Em publicação nas redes sociais, Hang questionou a motivação dos ataques e defendeu investigação rigorosa. “Não é coincidência, mas uma organização criminosa, um ato planejado”, afirmou.
A Havan informou que acionou as autoridades e está reunindo imagens e outras informações para auxiliar na apuração dos casos. A empresa também disponibilizou um canal para denúncias com o número 0800 517 0051.
Casos semelhantes já foram registrados
Segundo o empresário, episódios parecidos já ocorreram anteriormente em outras cidades, como São Carlos (SP), Porto Velho (RO) e Petrolina (PE). Neste último caso, a ação foi registrada por câmeras e investigada pela Polícia Civil de Pernambuco.
As autoridades ainda não divulgaram detalhes sobre possíveis suspeitos ou motivações nos ataques mais recentes.
Expansão da rede segue em andamento
Apesar dos incidentes, a Havan mantém planos de expansão. A empresa pretende alcançar cerca de 200 lojas até o fim de 2026, com investimentos superiores a R$ 1,2 bilhão.

A estratégia inclui a abertura de unidades em estados onde ainda não há presença da marca, como Amapá, Roraima e Ceará, além da ampliação em regiões já consolidadas.




