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Estudo revela o pior horário para dormir à noite, no qual o risco de AVC é maior

Por Alan da Silva
06/03/2026
Em Geral
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Imagem ilustrativa: Freepik

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Um recente estudo realizado no Reino Unido e publicado no Journal of the American Heart Association destacou preocupações sobre a saúde cardiovascular de pessoas que preferem dormir e acordar mais tarde.

Entre 300 mil adultos acompanhados ao longo de 14 anos, aqueles com preferência por dormir tarde apresentaram um risco 16% maior de infarto e acidente vascular cerebral (AVC) em comparação aos madrugadores. O impacto revelou-se ainda mais pronunciado entre as mulheres.

Os indivíduos foram categorizados com base no cronotipo — a tendência natural de estarem mais ativos durante a manhã ou a noite. Verificou-se que os participantes noturnos tinham piores indicadores de saúde cardíaca. Além disso, as mulheres noturnas enfrentaram uma prevalência maior de problemas cardiovasculares em relação aos homens do mesmo grupo.

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Impacto dos hábitos noturnos

O cronotipo vespertino está frequentemente associado a práticas que podem prejudicar a saúde do coração. Estes incluem comer em horários irregulares, redução na atividade física e maior propensão ao consumo de tabaco.

Esses comportamentos contribuem para o desalinhamento do ritmo circadiano, o que pode influenciar negativamente a pressão arterial e os níveis de colesterol.

Papel do desalinhamento circadiano

O corpo humano segue ciclos de luz e escuridão, e qualquer desvio significativo desse padrão pode afetar a saúde. Pesquisas sugerem que o desalinhamento circadiano pode criar condições favoráveis para doenças cardíacas.

Indivíduos matutinos tendem a ter menos problemas cardíacos, enquanto os vespertinos enfrentam desafios adicionais associados aos seus hábitos e horários preferidos.

Dormir quando? Prevenção

Embora os riscos associados ao cronotipo vespertino sejam reais, não são definitivos. A adoção de hábitos de vida saudáveis — como melhorar a qualidade do sono, equilibrar a alimentação e incluir exercícios na rotina — pode ajudar a mitigar esses riscos.

Integrações específicas do cronotipo nos cuidados de saúde podem orientar melhor as intervenções necessárias.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Alan da Silva

Alan da Silva

Jornalista e revisor.

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