Você está indo para um evento. Mas você não precisa mais levar o seu ingresso, seja o físico ou o digital, para conseguir entrar. Basta passar por um scanner facial para reconhecerem se você tem ou não direito a entrar no local. Parece até coisa de filme de ficção científica, mas o uso de reconhecimento facial em eventos públicos e privados vai se tornar cada vez mais comum nos próximos anos.
Uma matéria da Exame relembra que, a um ano atrás, o reconhecimento facial virou uma das etapas para quem quiser entrar em um estádio de futebol no Brasil. A Lei Geral do Esporte (Lei 14.597/2023), que entrou em vigor no ano passado, tornou o reconhecimento facial obrigatório em arenas com mais de 20 mil lugares para maiores de 16 anos.
O primeiro grande estádio a adotar a biometria em todos os acessos foi o Allianz Parque, em São Paulo, em 2023, seguido pelos estádios Maracanã, MorumBIS, Arena do Grêmio e Vila Belmiro.
Em estádios, o torcedor baixa o aplicativo do clube ou da empresa de ingressos, tira uma selfie e manda um documento de identidade. Com os dados, o sistema criar o vetor facial vinculado ao seu CPF. Na hora de passar pela catraca, a câmera lê o seu rosto e compara o vetor ao registrado, liberação que leva menos de um segundo.
Scanners faciais não devem ficar limitados aos estádios
Segundo a Exame, em shows e festivais, produtoras de evento já estão testando catracas biométricas como uma forma de controle de acesso, além de combater o cambismo. Fornecedoras como o Bepass e 4.events já oferecem cadastro facial remoto. Com isso, você registra o seu rosto pelo celular antes do evento e passa pela catraca sem ter que enfrentar fila alguma.








