Nesta segunda-feira (27), a Fundação Cacique Cobra Coral anunciou que está suspendendo a assistência climática que ela afirma prestar à Argentina desde a Guerra das Malvinas, em 1982, durante o governo de Raúl Alfonsín. Em seu comunicado, a Fundação afirmou que a decisão foi por causa de um “ataque político” que o país cometeu contra o Brasil.
Em seu comunicado, a entidade afirmou que, enquanto a Argentina não se desculpar formalmente, o país está “por sua conta e risco” na questão climática, em “pleno início da atuação do fenômeno El Niño”. A publicação também relembra uma suposta operação realizada pela Fundação em janeiro de 1989. A entidade afirma que promoveu uma intervenção mística para auxiliar a Argentina durante uma crise energética. Segundo a instituição, ela atuou para influenciar condições climáticas e favorecer a ocorrência de chuvas nas bacias hidrográficas argentinas durante o período de seca.
A medida da fundação veio depois de declarações do presidente argentino, Javier Milei, em visita a São Paulo no último fim de semana. Ele estava em convenção do PL oficializando a candidatura de Flávio Bolsonaro. Milei se referiu ao presidente Lula como “ladrão e presidiário” e ao ministro do STF Alexandre de Moraes como “lixo careca”.
Fundação Cacique Cobra Coral previu o 11 de setembro?
De acordo com o site da FCC, no dia 3 de agosto de 2001, a médium Adelaide Scritori supostamente teria prevido os ataques do 11 de setembro. “Que o presidente evite pernoitar na Casa Branca durante os dias 11 e 12 de setembro. Pela manhã, será visto grande fogo, estrondo e claridade para o norte e haverá gritos e morte. A 45 graus, o céu queimará, com o terror a aproximar-se da Grande Cidade Nova e de imediato uma grande chama se derramará”, afirmam trechos da carta.







