As mais recentes projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI) para 2030 indicam mudanças significativas nas maiores economias do mundo. De acordo com o World Economic Outlook de 2026, espera-se que os Estados Unidos, a China e a Alemanha mantenham suas posições de lideranças, mas enfrentem desafios distintos que podem influenciar suas taxas de crescimento a partir do ano atual, 2026.
O FMI prevê que a economia global crescerá, em média, 3,1% ao ano até 2030, uma redução em comparação com o crescimento registrado antes da pandemia.
Confira quais devem ser os 10 países com os maiores PIBs do mundo em 2030, segundo projeção do FMI:
- Estados Unidos – 37,68 trilhões
- China – 26,05 trilhões
- Alemanha – 6,18 trilhões
- Índia – 6,17 trilhões
- Reino Unido – 5,15 trilhões
- Japão – 5,00 trilhões
- França – 4,00 trilhões
- Brasil – 3,20 trilhões
- Itália – 3,05 trilhões
- Canadá – 3,01 trilhões
Crescimento nas principais economias
Nos Estados Unidos, a expectativa é que a nação permaneça como a maior economia global com um PIB projetado em US$ 37,68 trilhões. A inovação tecnológica e aumentos na produtividade são fatores cruciais para esse resultado. No entanto, desafios como a inflação persistente e o aumento da dívida pública podem ralentizar o crescimento.
Já a China, projetada como a segunda maior economia, deve atingir um PIB de US$ 26,05 trilhões. O país enfrenta o desafio de uma possível crise imobiliária e do envelhecimento populacional, o que pode impactar a produtividade. O FMI sublinha a necessidade da China focar mais em seu mercado interno para sustentar o crescimento econômico.
Europa
Na Europa, a Alemanha se mantém como a maior economia, com um PIB de US$ 6,18 trilhões. Embora lidere o continente, enfrenta um crescimento economicamente contido por questões estruturais e impactos energéticos duradouros.
Outros países como o Reino Unido, França e Itália também têm crescimento limitado, em parte devido a desafios fiscais e produtividades estagnadas.
Brasil
O Brasil figura como uma surpresa nas estimativas do FMI, ascendendo à oitava posição entre as maiores economias com um PIB de US$ 3,2 trilhões estimados para 2030. Esse crescimento é creditado a investimentos em infraestrutura e na transição energética.
Tais iniciativas consolidam o Brasil como um dos principais impulsionadores do crescimento na América Latina.




