O cadastramento biométrico para o Bolsa Família será uma exigência obrigatória para receber o benefício em 2027, afetando diretamente todos os beneficiários do programa no Brasil. De acordo com a Portaria Conjunta nº 23, publicada em 30 de abril de 2026, milhões de brasileiros devem registrar suas informações biométricas até 31 de dezembro deste ano.
Este cadastramento é essencial para garantir a continuidade de auxílios como salário-maternidade, benefício por incapacidade e seguro-desemprego, entre outros. O processo ocorrerá por meio da Carteira de Identidade Nacional (CIN), documento que substitui o antigo RG e centraliza dados pessoais.
A coleta biométrica é gratuita e visa, principalmente, reduzir fraudes e garantir que os pagamentos cheguem aos verdadeiros destinatários. Os beneficiários devem acessar o site oficial para agendar uma data e local de cadastro.
O processo envolve a apresentação de documentos como certidões de nascimento ou casamento. A medida objetiva melhorar a segurança na identificação dos cidadãos.
Motivações por trás do cadastramento biométrico
A decisão de implementar a biometria busca proteger os recursos públicos e assegurar que os benefícios sejam distribuídos corretamente. Até o momento, mais de 50 milhões de brasileiros já possuem o novo documento, que faz uso de tecnologias modernas como reconhecimento de digitais e foto.
A extensão do prazo para o cadastramento biométrico, anteriormente prevista para maio de 2026, foi ampliada para dezembro de 2026. Essa decisão ajuda a adequar os beneficiários à nova exigência sem prejudicar a continuidade dos auxílios.
Passos para a nova identificação
O agendamento online é o ponto de partida para os cidadãos. Eles devem escolher um posto de atendimento, data e horário convenientes, e garantir a apresentação dos documentos exigidos.
A emissão da primeira via da CIN é gratuita, assegurando o acesso sem custos adicionais.
Espera-se que o novo sistema reforce a gestão dos programas sociais, minimizando fraudes e oferecendo transações mais seguras. O governo tem utilizado canais oficiais para disseminar informações e prestar suporte aos cidadãos durante a transição.



