Nos últimos anos, a busca por formas de energia limpa tem se tornado cada vez mais comum pelo mundo inteiro e não é diferente no Brasil. Recentemente, o governo federal apresentou o Plano Nacional de Transição Energética (Plante), com a proposta de tornar 81% da nossa matriz energética vinda de fontes renováveis até 2055. Em 2023, a participação de fontes renováveis na nossa Oferta Interna de Energia (OIE) chegou a 49,1%.
O plano foi apresentado pelo Ministério de Minas e Energia na última quarta-feira (29) e reúne ações para direcionar o governo e a indústria rumo a uma matriz mais sustentável, com baixa emissão de carbono, como explica a Agência Brasil. Um ponto central da estratégia é que ela será revisada de quatro em quatro anos. “A ideia é que essas revisões permitam ajustes conforme o cenário energético, as incertezas internacionais e a novas tecnologias”, explica a Agência.
Saiba mais sobre o Plante, plano do Ministério de Minas e Energia para a transição energética
Em suas projeções mais favoráveis, o plano estima que o Brasil pode zerar suas emissões líquidas de gases de efeito estufa até 2050 e chegar aos 81% de participação das fontes renováveis na matriz energética. Além do desafio dos investimentos na matriz limpa, outro ponto é que a demanda por energia não para de crescer e deve praticamente quadruplicar até 2055.
“O Plante foi elaborado em um processo participativo, com amplo envolvimento do Governo, da sociedade civil e do setor produtivo, envolvendo mais de 40 instituições representadas no Fórum Nacional de Transição Energética (Fonte)”, explica o Ministério de Minas e Energia.




