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Homem optou por 10 anos de prisão em vez de devolver 50 milhões de dólares encontrados em navio naufragado

Por Pedro Silvini
21/04/2026
Em Geral
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prisão ouro achado navio roubo

Foto: (Reprodução/AP)

O cientista e explorador americano Tommy Thompson passou cerca de dez anos preso nos Estados Unidos após se recusar a informar às autoridades o paradeiro de moedas de ouro retiradas de um navio naufragado. O caso, que envolve valores milionários, ganhou repercussão internacional pela decisão incomum do pesquisador de manter o silêncio mesmo diante de ordens judiciais.

A libertação ocorreu recentemente, segundo o sistema prisional norte-americano, após a Justiça concluir que Thompson dificilmente colaboraria com as investigações, mesmo após anos de detenção.

O episódio tem origem na descoberta do naufrágio do SS Central America, embarcação que afundou em 1857 transportando uma grande quantidade de ouro. Conhecido como “Navio do Ouro”, o cargueiro levava cerca de 30 mil libras do metal precioso quando afundou, contribuindo para uma crise financeira na época.

Décadas depois, em 1988, Thompson liderou a expedição que localizou os destroços no fundo do oceano, a cerca de 2 mil metros de profundidade, recuperando barras e moedas de ouro avaliadas em dezenas de milhões de dólares.

Parte do tesouro foi comercializada anos depois, mas cerca de 500 moedas desapareceram, dando início a uma longa disputa judicial com investidores que financiaram a operação.

Tommy Thompson em 1989 (Foto:Reprodução/AP)

Prisão por desacato e silêncio mantido

Acusado de não repassar os lucros prometidos, Thompson passou a ser investigado e, após não comparecer a audiências, tornou-se foragido em 2012. Ele foi capturado em 2015, vivendo sob identidade falsa em um hotel na Flórida.

Desde então, foi preso por desacato à Justiça por se recusar a revelar onde estavam as moedas desaparecidas. Embora esse tipo de detenção civil costume ter duração limitada, o caso se estendeu por anos justamente pela negativa contínua do explorador em colaborar.

Na prática, a prisão foi mantida como forma de pressioná-lo a cumprir a ordem judicial, o que nunca ocorreu.

Após uma década, a Justiça decidiu encerrar a detenção ao avaliar que a permanência na prisão não produziria novos resultados. Mesmo com a libertação, o paradeiro das moedas continua desconhecido.

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Pedro Silvini

Pedro Silvini

Jornalista com formação em Mídias Sociais Digitais, colunista de conteúdo social e opinativo. Apaixonado por cinema, música, literatura e cultura regional.

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