Luciano Hang, fundador da Havan, pode expandir a operação da empresa para o Paraguai. Segundo informações do ND Mais, na próxima segunda-feira, 29 de junho, Hang deve viajar ao país vizinho, acompanhado por assessores e executivos, para encontrar-se com o presidente paraguaio, Santiago Peña.
O objetivo seria discutir a internacionalização da Havan na América Latina, com início no mercado paraguaio. A expansão para o Paraguai visaria aproveitar as condições fiscais favoráveis oferecidas pela lei de maquila.
Desde sua fundação em 1986 em Brusque, Santa Catarina, a Havan cresceu significativamente. Hoje, a rede conta com mais de 190 lojas em 23 estados brasileiros, além do Distrito Federal.
Em 2025, a empresa registrou um faturamento de R$ 18,5 bilhões, um aumento de 16% em relação ao ano anterior. Para 2026, a expectativa é operar 200 lojas no Brasil, empregando 25 mil pessoas e alcançando um faturamento de R$ 22 bilhões.
Vantagens fiscais
A entrada da Havan no Paraguai estaria alinhada a uma estratégia competitiva, semelhante a outras 230 empresas brasileiras que já aproveitam as condições fiscais locais. A lei de maquila garante tributação reduzida, incentivando a instalação de empresas estrangeiras.
Essa estratégia visa reduzir custos operacionais e potencialmente oferecer preços mais baixos aos consumidores, aproveitando as logísticas regionais.
Efeito no mercado econômico
A expansão da Havan para mercados internacionais não só amplia o alcance dos consumidores, mas também pode fomentar o comércio e a industrialização na região. Além disso, a instalação da Havan no Paraguai pode capitalizar o mercado consumidor local, melhorando a eficiência da cadeia de suprimentos.
Esta estratégia está alinhada com movimentos de outras marcas brasileiras que já investiram no exterior, consolidando a presença da Havan no mercado latino-americano.




