Emanuel Hana Shaleta, bispo da comunidade católica caldeia em San Diego, foi preso em 5 de março de 2026, no aeroporto internacional da cidade. Shaleta foi detido enquanto tentava sair dos Estados Unidos, sob suspeita de roubo de US$ 250 mil de sua congregação. O Papa Leão XIV, atual líder da Igreja Católica, aceitou sua renúncia após o incidente.
Shaleta, que estava à frente da comunidade desde 2017, enfrenta acusações de peculato e lavagem de dinheiro. Ele se declarou inocente durante audiência realizada em 9 de março. O caso veio à tona em 2024, quando um funcionário percebeu a ausência de fundos, desencadeando uma investigação que revelou transações financeiras suspeitas.
Avanço nas investigações financeiras
A prisão de Shaleta gerou preocupações sobre a gestão financeira em instituições religiosas. A investigação, iniciada após denúncia feita por um funcionário da igreja, identificou movimentações financeiras irregulares.
O advogado de defesa do bispo argumentou em tribunal que sua prisão foi equivocada, afirmando que sua viagem à Alemanha estava planejada há muito tempo.
Impacto na comunidade caldeia
A comunidade caldeia, que conta com cerca de 71.000 fiéis em San Diego, está abalada com a notícia. Os católicos caldeus, que seguem tradições litúrgicas próprias, agora questionam a gestão financeira da igreja.
O impacto do escândalo pode durar, afetando a confiança na presença católica caldeia e na supervisão de finanças eclesiásticas.
Com a renúncia de Shaleta aceita pelo Vaticano, seu futuro e o destino dos fundos ainda são incertos. O julgamento prossegue, podendo revelar novas evidências que esclareçam as alegações contra ele.



