“A simplicidade é a máxima sofisticação”. Essa frase é atribuída ao pintor e inventor renascentista Leonardo da Vinci e ensina uma lição valiosa. Vivemos um tempo de excesso de informações, ainda mais com o acesso à internet. Todo dia, somos bombardeados com cores, palavras e sons nas telas dos nossos celulares, mas essa frase de Da Vinci nos lembra de que, às vezes, “menos é mais”.
Simplificar não é sinônimo de empobrecer, mas pode ser uma forma de refinar e organizar melhor ideias, processos e experiências, focando no que realmente importa. O Antagonista dá o exemplo de um design: “um bom design, por exemplo, une estética, funcionalidade e uso intuitivo, sem excesso de elementos visuais.”
Em um texto comunicativo, em que a sua intenção é informar e alcançar o maior número de pessoas possíveis, o que vai chegar mais longe: um texto extremamente rebuscando e enrolado ou um texto mais simples e objetivo? Eu nem preciso responder qual opção é, preciso?
Quando falamos de tecnologia, por exemplo, a simplicidade é fundamental para que ela seja acessível aos usuários. O ChatGPT, por exemplo. Com todas as complexidades por trás do funcionamento de uma inteligência artificial, o que o usuário vê é uma barra de pesquisa, não muito diferente da do Google, em que faz perguntas ou pedidos e o Chat responde.
Quem foi Leonardo da Vinci
Tendo vivido entre 1452 e 1519, da Vinci foi um artista, arquiteto, engenheiro e cientista italiano considerado um dos grandes gênios da história. Mas o seu maior legado provavelmente está na pintura, com três das suas obras mais famosos sendo a Mona Lisa, O Homem Vitruviano e o quadro A Última Ceia.




