O pedágio eletrônico vai revolucionar o Sistema Anchieta-Imigrantes com implementação do Free Flow. A partir de 1º de agosto, motoristas nas rodovias paulistas começaram a vivenciar uma nova forma de cobrança, sem as tradicionais paradas nos pedágios.
O sistema, homologado pela Agência de Transportes do Estado de São Paulo (Artesp), utiliza sensores para registrar automaticamente os veículos ao longo do trajeto. Diariamente, cerca de 110 mil veículos são cobrados sem a necessidade de interrupções. A mudança, respaldada pela lei 14.157/2021, visa modernizar os fluxos rodoviários e reduzir congestionamentos.
Antes de sua aplicação definitiva, em junho de 2026, foram conduzidos diversos testes para garantir a precisão dos sensores e a correta identificação dos veículos. Nesse período, os pórticos de monitoramento registraram a passagem de 2,5 milhões de veículos nas rodovias.
A motivação para adoção do free flow estaria na necessidade de uma maior eficiência e no aumento da fluidez do trânsito, proporcionando uma experiência de viagem mais dinâmica e menos estressante.
Inovações na mobilidade
O Sistema Anchieta-Imigrantes destaca-se como pioneiro na adoção do free flow, eliminando paradas e congestionamentos frequentes nas praças de pedágio. O pagamento agora é efetuado em ambos os sentidos da rodovia, com uma tarifa unificada de R$ 20,30 na descida e na subida, promovendo equilíbrio financeiro para os motoristas. Essas mudanças visam tornar a mobilidade mais inteligente e menos onerosa.
A adesão da frota ao novo modelo é significativa. Aproximadamente 77% dos veículos leves já possuem tags ativas. Em relação aos veículos comerciais, o índice de adesão é ainda maior, chegando a 93%.
Apesar do avanço, existem desafios. Motoristas sem tag ativa têm até 30 dias para pagar os pedágios por plataformas digitais. A comunicação torna-se crucial para minimizar problemas.








