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Presidente pede que brasileiros se preparem para nova mudança no preço da gasolina

Por Pedro Silvini
03/07/2026
Em Geral
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Ar-condicionado gasolina

(Reprodução/Magnific)

A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, indicou que o preço da gasolina poderá passar por uma nova redução nos próximos dias, caso seja mantida a tendência de queda das cotações internacionais do petróleo. A declaração foi feita nesta quarta-feira (1º), um dia após a estatal anunciar um corte no preço do diesel e, na sequência, reduzir também o valor do querosene de aviação (QAV).

Segundo a executiva, a companhia acompanha continuamente o comportamento do mercado internacional e aplica sua política de preços buscando refletir essa tendência, mas evitando repassar ao consumidor as oscilações diárias das commodities.

Apesar da sinalização, Magda ressaltou que ainda é cedo para confirmar um reajuste da gasolina.

“Nós olhamos isso o tempo todo e vamos acompanhar o que vai acontecer com os preços internacionais, com certeza. Mas essa pergunta [sobre corte de preço] eu não vou responder porque ela é prematura”, afirmou.

Diesel e querosene de aviação já ficaram mais baratos

Na terça-feira (30), a Petrobras anunciou uma redução de R$ 0,35 por litro no preço do diesel vendido às distribuidoras.

Já nesta quarta-feira, a companhia confirmou um corte de 14,5% no preço do querosene de aviação (QAV), equivalente a uma redução de R$ 0,81 por litro. Com o reajuste, o combustível passou a ser comercializado nas refinarias da estatal entre R$ 4,67 e R$ 4,93 por litro.

De acordo com a Petrobras, a queda foi possível após a diminuição dos impactos que o conflito no Oriente Médio vinha provocando sobre os preços internacionais dos derivados de petróleo.

Petrobras monitora mercado internacional

Magda Chambriard reforçou que a política comercial da Petrobras busca acompanhar a tendência do mercado global sem transferir toda a volatilidade internacional aos consumidores brasileiros.

Segundo ela, esse mesmo princípio deverá ser aplicado à gasolina.

A presidente lembrou ainda que a gasolina foi o combustível que demorou mais para sofrer impacto da alta provocada pelas tensões geopolíticas internacionais, justamente porque a companhia procurou amortecer as oscilações do mercado externo.

No fim de maio, a Petrobras reajustou o preço da gasolina após o governo federal anunciar uma subvenção de R$ 0,44 por litro, mecanismo que ajudou a compensar o aumento nas refinarias.

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Pedro Silvini

Pedro Silvini

Jornalista com formação em Mídias Sociais Digitais, colunista de conteúdo social e opinativo. Apaixonado por cinema, música, literatura e cultura regional.

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