Belo Horizonte enfrenta um aumento na população em situação de rua. De acordo com um levantamento da UFMG em maio de 2026, a cidade possui agora 16.115 pessoas nessas condições, o que representa um aumento de 4,1% em relação ao ano anterior.
Belo Horizonte se posiciona como a terceira capital brasileira com mais pessoas em situação de rua, atrás de São Paulo e Rio de Janeiro, respectivamente. Dados recentes mostram que, nos últimos cinco anos, houve um incremento de 76% na quantidade de desabrigados na cidade.
Políticas públicas
A responsabilidade principal por mitigar essa crise é apontada sobre a Prefeitura de Belo Horizonte. A administração local alega manter uma estrutura de serviços voltada para essa população, incluindo assistência social, saúde e programas de moradia.
Aqueles que vivem nas ruas relatam dificuldades em conseguir emprego e acessar serviços básicos. A insegurança quanto à moradia e as barreiras no mercado de trabalho contribuiriam para a situação de vulnerabilidade.
A falta de um endereço fixo dificulta a inserção no mercado formal de trabalho. Além disso, questões como clima adverso e condições de segurança precárias agravam a situação.
O governo do estado de Minas Gerais tem mostrado interesse em fortalecer ações conjuntas com a prefeitura, prometendo investimentos e treinamento para as equipes de assistência. A cooperação entre diferentes níveis de governo seria essencial para enfrentar o problema crescente.
As soluções implementadas até agora demonstram ser insuficientes para o problema. Para o ano de 2026, os dados indicam que as políticas em vigor não conseguiram oferecer melhorias significativas. A expectativa é que os próximos relatórios apresentem um panorama mais otimista.




