Você provavelmente conhece pelo menos uma pessoa — ou talvez você até seja essa pessoa — que mantém os amigos antigos sempre por perto e que parece simplesmente não ter interesse de criar novas amizades. São aquelas pessoas que saem todo fim de semana com o mesmo grupo de amigos que eles conheceram lá na escola, há 10, 20, 30 anos atrás. Normalmente, associamos essa dificuldade de fazer novos amigos à timidez ou a pessoas mais reservadas, mas será que é só isso mesmo?
A Bolde, publicação norte-americana sobre estilo de vida e comportamento, tem um texto sobre o assunto, em que argumenta que, muitas vezes, essas pessoas não são apenas reservadas, mas também costumam compartilhar um conjunto de pontos fortes que normalmente não são reconhecidos.
Os pontos em comum de quem prioriza os amigos antigos
1. Entusiasmo ≠ conexão
É fácil se levar pela empolgação de uma nova amizade, aquela pessoa que mal entrou na sua vida mas que já está em todos os rolês, mas pessoas que valorizam amigos antigos sabem que, muitas vezes, essa empolgação é apenas “fogo de palha”. Elas valorizam as conexões antigas porque sabem que são com essas pessoas que podem contar em momentos difíceis.
2. Amizade de “baixa manutenção”
Quem tem amigos antigos, provavelmente já passou muito tempo sem trocar mensagens ou sem encontrar, mas, em momentos importantes, sejam eles felizes ou tristes, esses amigos estavam entre as primeiras pessoas que você procurou.
3. Nem todo mundo tem que gostar de você
O desinteresse de fazer novas amizades muitas vezes não é timidez, mas exatamente isso: desinteresse. São pessoas que simplesmente não precisam que todo mundo goste ou preste atenção nelas e que, por isso mesmo, transmitem uma certa confiança.
4. Você protege a sua energia
“Você recusa o convite para o jantar do novo grupo da mesma forma que recusaria uma reunião que poderia ter sido resolvida por e-mail. Você não está sendo difícil. Você está sendo claro sobre quanta energia social você tem disponível e onde ela será mais útil”, afirma a Bolde.











