Durante o inverno, a conta de energia da maioria de nós começa a subir, não é mesmo? Afinal, passamos mais tempo em casa, acendemos as luzes mais cedo e colocamos o chuveiro no modo mais quente possível. Nesse momento, muitas pessoas buscam alternativas de reduzir o consumo e pagar menos na tarifa. Uma das formas de economizar é com a Tarifa Branca.
De acordo com a CNN Brasil, cálculos do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) revelam que você pode conseguir uma economia de até 15% no gasto com energia com essa tarifa… mas depende. Usuários que não conhecem bem seus hábitos de consumo podem acabar é pagando mais no fim do mês.
O que é a Tarifa Branca?
Antes de tudo, é claro, precisamos entender do que se trata a bendita tarifa. A Tarifa Branca foi criada em 2018 pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Juliana Inhasz, professora do Insper, explicou à CNN que é uma tarifa diferenciada em que o valor que você paga na conta vai depender do horário em que você consome energia.
O valor da cobrança se baseia em três períodos. O primeiro, o de ponta, em que há a maior demanda, costuma se concentrar na faixa das 19h30 às 20h. No outro extremo, temos o período fora de ponta, em que há menor demanda de energia e, portanto, é mais barato produzi-la. Por fim, temos a faixa intermediária, normçamente uma hora antes e uma hora depois da faixa de ponta. Os horários específicos variam segundo a distribuidora de energia.
A tarifa envolve a cobrança de taxas diferentes segundo o consumo nesses horários, com o valor cobrado sendo maior na ponta e menor fora dela. Com isso, quem consome mais energia fora dos horários de pico consegue pagar menos na tarifa de energia.
“O processo de adesão à tarifa é gratuito. O consumidor deve solicitar a troca do medidor de energia à distribuidora, que tem um prazo de 30 dias para fazer a mudança”, explica a CNN.








