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Movimento Minas 2032 Negócios

Fundamig reedita diagnóstico do 3º setor

Fundação busca fortalecer as entidades e permitir que dialoguem de forma igualitária com os demais agentes da sociedade

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Estamos trabalhando na sensibilização e divulgação desse diagnóstico, explicou Julia Caldas | Crédito: Divulgação/Juliana Xavier

A Federação Mineira de Fundações e Associações de Direito Privado (Fundamig) trabalha na atualização e ampliação do Diagnóstico do Terceiro Setor, a fim de fortalecer as entidades e permitir que dialoguem de forma igualitária com os demais setores da sociedade. Com uma proposta de alcance junto aos 853 municípios mineiros, o objetivo maior está na colaboração para o desenvolvimento sustentável, a partir da utilização dos resultados na formatação e execução de projetos.

O DIÁRIO DO COMÉRCIO, por meio do Movimento Minas 2032 (MM2032), apoia a iniciativa, ao lado de importantes instituições, que também conferem corpo ao projeto que vai beneficiar as 21,4 milhões de pessoas que vivem em Minas Gerais, por meio das mais diversas áreas de atuação das Organizações da Sociedade Civil: saúde, educação, assistência social, meio ambiente e outros.

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“Só existe desenvolvimento sustentável de fato se os três setores da sociedade estiverem atuando de forma conjunta e colaborativa. O Diagnóstico vai permitir termos mais conhecimento sobre as organizações e de que maneira cada uma delas pode contribuir para esse movimento”, ressalta a superintendente-executiva da Fundamig e gerente executiva do projeto, Julia Caldas de Almeida./

Apoio ao desenvolvimento sustentável

A Confederação Brasileira de Fundações (Cebraf), a Fundação Dom Cabral (FDC) e a Associação Mineira dos Municípios (AMM) também estão entre os apoiadores do projeto que é correalizado pelo Ministério Público do Estado de Minas Gerais (MPMG).

O Diagnóstico será realizado em duas etapas. A primeira, já em curso, visa conhecer os aspectos do funcionamento e os resultados do trabalho, direto e indireto, das organizações, bem como detectar potencialidades, relevância, problemas e dificuldades. Números preliminares dão conta de que haja pelo menos 80 mil Organizações da Sociedade Civil em Minas Gerais. A expectativa, segundo Julia Caldas, é que essa fase seja finalizada até o fim deste ano.

“A coleta de informações das Organizações da Sociedade Civil ocorre por meio de uma plataforma do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). Estamos trabalhando na sensibilização e divulgação desse mapa para colher o máximo de informações possível. Também pretendemos qualificar voluntários para assessorar esse preenchimento. E, uma vez que tivermos todos os dados, partiremos para a segunda fase em vistas de atuar como agente local em prol do desenvolvimento sustentável”, explica.

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Para isso, está prevista a capacitação de pessoas físicas e jurídicas para essa atuação conjunta, intersetorial e voluntária, em prol do alcance das metas da Agenda 2030. O mapeamento das organizações e a detecção dos principais problemas e dificuldades que possam estar obstruindo a eficácia da atuação também.

A ideia, conforme a gerente executiva do projeto, é verificar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), promovidos pela Organização das Nações Unidas (ONU), efetivamente aplicados em cada uma das organizações. De forma ampla, o objetivo 17 – “Fortalecer os meios de implementação e revitalizar a parceria global para o desenvolvimento sustentável”, já está sendo aplicado.

“Queremos disponibilizar a base de conhecimento para que o terceiro setor mineiro possa consultar e se basear para planejar e realizar iniciativas de cooperação e crescimento, contribuindo para a superação de seus problemas. Acreditamos que um terceiro setor unido e estrategicamente apoiado, com sólida base de conhecimento, pode contribuir para uma sociedade mais justa, atuando como mecanismo de transformação social”, diz.

É nesse quesito que converge o apoio do MM 2032 à iniciativa, já que o movimento propõe uma discussão sobre um modelo de produção duradouro e inclusivo, capaz de ser sustentável, e o estabelecimento de um padrão de consumo igualmente responsável, com base nos ODS.

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