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Minas Shopping é certificado por uso de energia renovável

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Iniciativa do Minas é um passo importante para reduzir as emissões de CO2 no meio ambiente | Crédito: Fábio Ortolan

O Minas Shopping, centro de compras localizado na capital mineira, recebeu, neste mês, uma certificação pela utilização de energia limpa, que valida a fonte utilizada e calcula a redução de gás carbônico (CO2) no meio ambiente.

O Certificado de Energia Renovável foi concedido pela Comerc Energia, que, desde 2011, em parceria com a Consultoria Sinerconsult, emite o selo para os clientes que estão no mercado livre de energia e consomem energia de fontes renováveis. O certificado quantifica a redução da emissão de gases de efeito estufa e quanto isso representa em número de árvores.

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Além do Minas Shopping, outros 11 empreendimentos administrados pela AD Shopping, maior administradora independente de shopping centers do País, receberam a chancela da Comerc Energia. Para o CEO do Grupo AD, Helcio Povoa, os certificados reconhecem as iniciativas de utilização de energia limpa pelos shopping centers para uma agenda mais sustentável e comprometida com o meio ambiente, colocando-os em conformidade com alguns dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (ODS).

De acordo com o gerente geral do Minas Shopping, Fábio Freitas, um dos compromissos do empreendimento é com a sustentabilidade. “Estamos sempre em busca de iniciativas que incentivem a preservação ao meio ambiente e o primeiro passo é fazer o ‘dever de casa’, começando de dentro para fora. Essa atitude, sem dúvida, é um passo importante para reduzir as emissões de CO2 no meio ambiente, contribuindo, assim, para a diminuição do efeito estufa”, destaca.

A AD Shopping também recebeu o Certificado Internacional REC Standard (I-REC) em oito dos empreendimentos que administra. O selo reconhece que 100% da energia consumida pelos shopping centers são provenientes de fontes renováveis, como eólica, e juntos representam o plantio de mais de 25 mil árvores e redução de 3.651 toneladas de emissão de carbono. A certificação I-REC demonstra o compromisso das empresas com uma conduta sustentável para a contribuição da redução de emissão de gases de efeito estufa e tem equivalência aos créditos de carbono.

“Esse reconhecimento confirma o quanto nossos empreendimentos estão comprometidos com o meio ambiente e para uma atitude de um futuro mais sustentável, além de valorizar os ativos. Os resultados aqui consolidados podem ser utilizados como parte das iniciativas relacionadas a ESG (Environmental, Social and Governance) de nossos clientes junto a projetos como Carbon Disclosure Project e Índice Bovespa de Sustentabilidade Empresarial (ISE). Estamos trabalhando para ampliar a certificação para todo o portfólio do Grupo AD”, explica Helcio Povoa.

Colombari é preciso fazer mais para alcançar os objetivos | Crédito: Divulgação/PwC

Descarbonização ainda é insuficiente




A taxa anual de descarbonização no mundo necessária para chegar ao objetivo do Acordo de Paris de um aquecimento médio anual de 1,5°C deveria ser cinco vezes maior que o ritmo atual, de acordo com o estudo “PwC Net Zero Economy Index 2021”.

O relatório da PwC analisa como os países do G20 atuam para descarbonizar suas economias a partir do rastreamento da taxa de transição de baixo carbono e faz uma comparação das metas nacionais de cada país. Entre 2019 e 2020, o Brasil registrou um índice de descarbonização de 1,9%, mas, nos últimos 20 anos, essa taxa foi de apenas 0,5%.

O estudo constatou que uma taxa de descarbonização de 12,9% (cinco vezes maior que o nível do ano passado, que foi 2,5%, e oito vezes mais rápida do que a média global no século 21) seria necessária para reduzir as emissões globais pela metade até 2030. Em 2020, a descarbonização mundial ficou em 2,5%, fruto da redução da demanda global de energia em 4,3% em 2020, o que reduziu em 5,6% as emissões relacionadas ao setor em comparação com os níveis de 2019). Esse, entretanto, foi apenas um ligeiro aumento em relação à taxa de 2019, de 2,4%.

O estudo mostra ainda que a redução de emissões resultante da queda da demanda de energia ainda está muito aquém do progresso necessário para cumprir o Acordo de Paris. “Observamos que empresas e governos estão aumentando suas ambições e ações em relação ao combate às mudanças climáticas. Mas é preciso fazer mais para alcançar os objetivos necessários, com a urgência que temos no momento. É necessário que todos os setores da economia participem desse movimento”, afirmou o sócio da PwC Brasil, Mauricio Colombari.

México e Indonésia foram os únicos países que conseguiram chegar a uma taxa de descarbonização de dois dígitos, na análise feita pela PwC, com 12,4% e 10,6%, respectivamente. Apesar disso, a maioria dos países do G20 tem metas ambiciosas de redução de suas emissões, mas que precisam ser transformadas em ações concretas para chegar às mudanças necessárias.

O estudo mostra que quase metade dos investimentos no setor de energia nos países do G20 (US$296 bilhões) foi para a manutenção da produção e consumo de combustíveis fósseis. Para a PwC, o setor privado tem um papel fundamental nas ações positivas para o clima, e elas precisam estar corroboradas pelos governos, por meio de incentivos, e por toda a sociedade.

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